O meu curso de coloração pessoal!

LOTADO! Obrigada, gente!

Sabe aquele projeto que todo mundo pede (e eu só fico muito honrada por isso!), mas que deixamos meio de lado, porque acreditamos que é um passo maior que a nossa perna pode dar?

Então. Eu finalmente resolvi meter as caras também nessa ideia: a de ensinar consultoras e profissionais de áreas afins a teoria e prática da análise cromática!

Vamos começar pelo Rio de Janeiro, com data prevista para dias 1 e 2 de dezembro, depois quero saber se temos demanda para São Paulo, para o final de semana seguinte, dias 8 e 9!

Estamos estruturando um site só de cursos presenciais e online, com agenda para inscrição antecipada e tudo concentrado direitinho nesse local. Ano que vem também está previsto meu curso de formação em consultoria de estilo, para início do ano. Em breve teremos mais informações!

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Eu oferecia esse curso para meus alunos da época das aulas do SENAC, ensaiava abrir para mais gente, mas precisava de mais estrada para entender que estaria pronta para estender esse conteúdo a mais gente, além de entender como estruturar as aulas.

Com o Conheça suas Cores, exclusivo para cliente final, e passando por diversos estados, fazendo análise em mais de 500 pessoas, os paranauês foram aprendidos e estão engatilhados para que todos possam usufruir de um conhecimento mais aprofundado do assunto!

O curso de coloração pessoal se estende a profissionais de moda, consultoria de imagem, cabeleireiros, maquiadores, fotógrafos e quem mais tiver interesse em aprender sobre o método de análise cromática sazonal expandida, teoria e, principalmente, parte prática, com todos os pulos do gato!

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Conteúdo

  • Teoria das cores: cores primárias, secundárias e terciárias; temperatura, matiz, intensidade, profundidade e saturação
  • Estudos sobre cores: escolas e pesquisadores
  • O conceito das estações e as características físicas mais comuns dos grupos
  • Quais são os materiais necessários para análise (tecidos de temperatura, tecidos para dimensão de cores, harmonias, contrastes, subtom de pele e iluminação), além de indicação dos melhores fornecedores
  • O que é contraste pessoal e para que serve
  • Tons de pele e subtons de pele: qual é a diferença?
  • Temperatura:  as características das harmonias quente e fria.
  • O que é a pele neutra e a pele oliva e como identificá-las
  • Entendendo sobre dimensões: intensidade e profundidade
  • Condições para análise: luz natural x luz artificial
  • As cores neutras coloridas
  • O mito do pretinho básico
  • Estudos da proporção e variação da mesma cor no comparativo com outras cores
  • Parte prática do teste em grupo e em voluntários homens e mulheres
  • Etapas da análise de cores e os pulos do gato (todo mundo sai do curso sabendo sua cartela!)
  • Como aplicar as cartelas de cores em maquiagem e coloração de cabelo, além de indicativo importante para o estilo pessoal
  • Coordenações cromáticas harmônicas a partir do círculo cromático, proporções e mistura de estampas
  • Os efeitos das cores e as suas mensagens
  • Como usar a cartela na prática: guia para compras, montagem de looks e de um guarda roupa conciso e coordenável
  • Ideias para aplicar a análise cromática em serviços, precificação e como apresentá-las aos clientes

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Quando, como e onde?

01 e 02 de dezembro de 2018 (sábado e domingo)
9 às 17 horas, com intervalo pro almoço
Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ

14 horas no total
Máximo de 10 alunos

Investimento e formas de pagamento
Investimento: R$1.290,00
Parcelamento em até 6x pelo Pagseguro (incidem juros)
10% de desconto à vista, por depósito ou transferência bancária = R$1.161,00

(Em caso de desistência até 8 dias antes do curso, o valor total será reembolsado. Após 8 dias, o valor não será reembolsado, podendo ser usado de crédito para o próximo curso)

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Sobre Ana Soares

Designer gráfico de formação com MBA em Marketing Empresarial pela Universidade Federal Fluminense, trabalhou na área por 15 anos, atuando nos principais escritórios do Rio de Janeiro, principalmente com acompanhamento gráfico, tratamento de imagens e publicações.

Abraçou tanto a ideia de moda para todos que se especializou em Consultoria de Imagem e Estilo pelo Senac RJ e pela Oficina de Estilo; aprofundou-se em análise facial pelo método Persoona, da consultora de estilo Cris Alves; estudou Teoria das Cores no Universo da Cor, da pesquisadora Lilian Ried Miller Barros e Coloração Pessoal com a profissional referência na área, Luciana Ulrich, do Studio Immagine; foi docente do curso de formação em Consultoria de Imagem e Estilo no Senac RJ; criou o workshop sucesso de público, Conheça suas Cores, para consumidor final, que já chegou em 10 cidades, com mais de 500 participantes no total, em que as alunas passam por uma análise cromática em grupo e compreendem de um jeito fácil e divertido o uso das cores; está escrevendo um livro com previsão para 2019 pela Globo Livros.

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Inscrições

Inscrições parcelando aqui

Quem quiser se inscrever por depósito ou transferência, basta pedir os dados bancários por email: [email protected] Por favor, só peça os dados se tiver certeza da sua inscrição

 

Quem quiser deixar intenção para a próxima turma, basta mandar email pra [email protected]

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Tecidos naturais são privilégios?

A Bia Novaes me acompanha no instagram e mandou uma pergunta extremamente pertinente sobre o momento atual, em que podemos – e devemos – questionar mais:

“Ana, estava refletindo outro dia sobre os privilégios do algodão! Um amigo veio dizer que não comprava algodão e linho por amassar muito e eu saí da casa da minha mãe há pouco tempo. Realmente, tenho usado menos algodão para não amarrotar e fiquei me perguntando o quanto ter o armário cheio de roupas de algodão passadinha é um privilégio”

Os tecidos sintéticos e artificiais foram ganhando ao longo dos anos, espaço nos nossos guarda roupas por uma série de fatores. O primeiro, sem sombra de dúvida, pela praticidade. Nos anos 60, a camisa “Volta ao Mundo” era tudo que havia de mais notável na época, a praticidade em forma de roupa, pois não precisava passar ferro: colocava na máquina, secava rapidamente e do varal mesmo já se tirava pronta para usar!

As camisas foram se popularizando e passaram a ser adquiridas em qualquer barraquinha, mas as desvantagens existiam: por conta do material ultra sintético, no calor era uma suvaqueira danada de tanto suor, hahaha!

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Eita

Desde o Egito antigo, tecidos de fibras naturais, como o linho, eram de exclusividade das castas mais altas e nobres, por serem mais difíceis de se manterem limpas e impecáveis. Era o uso desse tipo de tecido que distinguiam os ricos dos pobres – porque os nobres lá tinham os empregados para lavar e cuidar das roupas, claro.

Antes de tudo, leia o Guia para entender tipos de fibras

Nos tempos atuais, com a necessidade de impecabilidade para trabalho e status social, não foi diferente. Os sintéticos ganharam espaço por serem mais baratos de se produzir, permitirem técnicas de impressão que as fibras naturais não alcançam, pela praticidade no lavar e passar e, principalmente, por serem mais difíceis de amarrotar.

Malhas e poliéster se reproduziram em lojas populares e também nas mais caras: têm suas vantagens, certamente, mas também permeiam nossos guarda roupas muito por conta da falta de opção que o mercado oferece – quem tem marca pequena já comentou comigo da dificuldade que é conseguir fornecedores de tecidos com fibras naturais.

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Mas e aí, tecidos de fibras naturais são apenas exclusividade de pessoas abastadas? Não, não são. Dá pra observar os mesmos em fast fashions (mesmo sabendo que nem sempre a origem do algodão é das melhores), em brechós (mas não são todas as cidades que tem estabelecimentos de segunda mão), em bazares e sites de vendas de usados. Algumas das minhas peças de seda, por exemplo, custaram entre 20 e 60 reais.

Só que lavar uma peça de seda exige cuidados especiais. Quiçá gastar com lavanderia. Linho se lava à mão, com sabão neutro. E para passar uma roupa de linho, que dificuldade! É muito tempo para deixá-la minimamente apresentável.

E a Bia levantou a bola de forma cirúrgica: mas ter tempo para passar essas peças, não é uma situação de privilégio?

Claro que é, assim como ter conhecimento para entender onde adquiri-las a preços populares. Mas fica a pergunta, também: precisamos de muitas roupas, então? Ou poucas e boas, que deem pra cuidarmos com mais atenção?

Nem acho, aliás, que devemos ter o armário só de peças de origem natural, até porque é impossível. A tecnologia evoluiu para termos fibras mistas que permitam mobilidade, que entremos mais facilmente em certas roupas, que facilitem mesmo nossos dias. Sem contar que não é todo lugar que se encontra.

Mas acho que vale a reflexão de voltarmos aos tempos das nossas avós, em que uma peça de roupa era feita sob medida, na costureira, levando a sua fazenda de um corte de tecido de qualidade. Que se entendia o processo das roupas – das mais ricas às mais pobres. Que se valorizava esse trabalho. Que cuidar do que vestimos é cuidar da gente. Da mensagem pro mundo. Que é auto amor também.

Ter tempo pra se cuidar é privilégio, sim. Mas acredito em novas mudanças, em outras possibilidades para que mais pessoas tenham consciência disso. O que vocês acham?

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O podcast Moda pé no chão chegou no Spotify!

Vocês perguntavam tanto, tanto “Ana, quando os seus podcasts chegarão no Spotify?” e eu só ficava angustiada, porque sabia que seria um ótimo canal pra ajudar a divulgar o Moda Pé no Chão, mas o app em questão tinha uma série de barreiras e burocracias meio obscuras sobre os programas de áudio.

Eis que, finalmente, eles abriram as porteiras e facilitaram a nossa vida! Sim, agora temos nossos episódios no Spotify, nem acredito, que felicidade! 😀

É só buscar por Moda Pé no Chão na parte de podcasts, salvar nos favoritos e ouvir em qualquer lugar, inclusive replicando em outros gadgets.

Já falamos de fibras têxteis, cores, consumo consciente, moda plus size, empreendedorismo, armário cápsula, brechós, acessórios, estilo pessoal e o último foi sobre termos medo de usarmos o que queremos. Quem for maratonar, me fala o que achou – e vocês podem sugerir novos temas também! 🙂

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Minhas impressões Dress to para C&A

Eu já estava desacostumada de fazer impressões de coleções especiais, confesso! Hahahaha! Mas lá fui eu pra C&A da Saens Peña observar de perto a terceira coleção da marca carioca Dress to para a C&A!

Como eu escrevi nesse post sobre o hiato das coleções, a C&A reduziu drasticamente a quantidade de parcerias em 2018, sendo essa a terceira também, em um ano inteiro – a próxima será internacional, com a Missoni, em novembro. A expectativa é de materiais melhores, bom caimento, qualidade e algo que valha o deslocamento até a loja perto de casa, ainda mais se o preço for bacana.

Bom, a própria Dress to na liquidação tem muitas vezes um preço até inferior ao que observei nessa coleção com a rede de fast fashion. Não achei caro, mas também não estava barato, hehe! A promessa também foi de uso de fibras naturais, mas eu vi uma mescla de linho e viscose, muita viscose, poliéster e forro de poliéster. Fiquei decepcionada, porque esperava ao menos mais algodão. Os tamanhos iam do P ao GG.

As peças tinham uma cara mais jovial, mas mesclavam com outras possíveis para mais faixas etárias, como pantalonas, blazers oversized e pantacourts, além de acessórios e moda praia. Aliás, a moda praia não me emocionou, pelo contrário, achei fraquíssima. Tanto que é essa a parte que voa rapidamente quando a C&A faz parcerias com marcas de beachwear, mas fui em dois horários na loja (antes do almoço e após o almoço) e essa parte estava quase que intacta.

As peças estavam desde ontem às 17h expostas, mas encontrei tudo hoje de manhã. Não provei tudo, mas peguei as principais e deu pra fazer uma análise geral:

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A pantacourt que eu tinha achado bonita nas fotos é, realmente, bacana, nesse azul jeans, mas de mistura de 65% viscose com 35% linho. O caimento é legal e ela é bem leve e fresca, numa cor curinga. O top de crochê/tricô (de máquina) tinha em outras cores, mas acho desperdício comprar em uma fast fashion; sou muito mais privilegiar o trabalho das artesãs.

Do mesmo estilo eu catei essa macacão, que também achei bonito. Vestiu bem, tecido com toque bom, leve, versátil.

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Do mesmo grupo ainda, o blazer mais comprido: gosto da cor, mas aí o bichou pegou: não permite uma movimentação boa dos braços pra quem precisa pegar transporte público ou simplesmente colocar os braços pra frente. Nessas situações, ele agarrava demais os braços, o que denota erro de modelagem.

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Outro equívoco dele é o forro em poliéster, que esquenta pra caramba no calor. Uma pena. Na etiqueta interna dá pra observar também a origem dos produtos: China.

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Essa calça com abertura/fenda lateral era linda nas fotos, ao vivo eu já odiei ao ler 100% poliéster. Para uma peça com carinha de verão, não dá pra usar algo sintético assim.

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A pantalona branca também chamou atenção e eu gostei muito dela no corpo! Caimento bacana, leve, permitia boa movimentação, de cintura alta e não era transparente. Elegante e versátil, para diversas ocasiões! Essa que peguei estava faltando um botão – e era um tamanho maior que o meu, 40. O que pegou: apesar de acabamento bem feito, a parte interna dos forros é de poliéster. Eu lembro o preço dela, 200 reais.

O body era interessante, mas eu não curto tomara que caia. Só que, mais uma vez, problema: ele também é de poliéster, poxa!

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A composição da calça: liocel é fibra artificial, fresca.

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Composição do body

Esse quimono estava na parte de moda praia. Achei bonito, mas, mais uma vez, adivinhem? Sim, poliéster. Cacetada. O aspecto nem era ruim, mas realmente não dá pra associar uma peça para se usar em estações mais quentes com uma fibra que esquenta e dá mau cheiro.

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Outra estampa que gostei muito, de fundo claro, também boa pra primavera/verão, com opção de short, pantalona curta e blazer. Pelo menos essas eram de viscose, uma fibra fresca, mas que amassa bastante. Os forros, mais uma vez, são de poliéster. Esse blazer, ao contrário do azul, permitia bem a movimentação.

A calça eu não amei por conta do elástico, mas entendo que a sua proposta é uma peça mais despojada.

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Depois avistei essas blusinhas de linha, que eu gosto muito, em cores neutras, mais frescas e boas pra estação, só que precisam de cuidado extra para não puxar fio.

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Eu AMEI essa camisa/saída de praia ao estilo carioca! Amei a estampa, as cores e o modelo. Era toda em viscose e eu só não levei porque achei cara, 149 reais, EITA! (na foto, Igor, meu namorado, participando das análises da coleção, hahaha)

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Os acessórios eram bem praianos, com chapéus, bolsas de croché, brincos grandes (olha a mão do namo aí dando um joinha não sei pra que, hahaha)

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Pelo menos a moda praia, como de costume, é produção nacional e o material era adequado para ninguém assar no sol, tanto que o fornecedor das malhas é a Lycra, e apresentam proteção contra raio solares.

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Não levei nada, não me emocionou, mas gostei no geral, com a ressalva da composição das fibras.

Quem foi, o que achou?

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