Vagas do último curso Online Conheça suas Cores de 2019!

Provavelmente esse será o único Conheça suas Cores online de 2019 – a demanda não foi como planejada, então optamos por partir para novas propostas que tenham mais procura no online.

Mas como já temos inscritas, optamos por remanejar a data e abrir algumas poucas imscrições para quem quiser participar dessa turma! 🙂 A transmissão das aulas será ao vivo, e ficarão gravadas para consulta posterior, além de ser numa plataforma de ensino à distância com forum para dúvidas.

Abaixo as informações para quem quiser chegar mais!

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DESCRIÇÃO DO CURSO

O Conheça suas Cores é um projeto que busca levar um entendimento sobre cores em todas suas nuances e matizes, direcionando esse conhecimento para um guarda roupa mais versátil e coerente com as necessidades e o estilo de vida de cada um.

Cores não limitam, elas são um importante agente transformador e um guia essencial para comprar mais acertadas e pensadas. O Workshop já passou por São Paulo, Campinas, Brasília, Recife, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Goiânia e Rio de Janeiro e mais de 600 mulheres se perceberam mais coloridas. Enquanto ele não chega na sua cidade ou país, criamos essa versão online para levar esse conteúdo para mais gente!

ATENÇÃO! O Conheça suas Cores Online não contempla análise cromática para descobrir cartela de cores, porque não é confiável fazer esse processo pela tela. 🙁 São muitas variáveis e a perceção pode ser alterada e induzir ao erro.

Assim, preferimos entregar ferramentas para que vocês possam fazer essa auto análise, compreendendo suas características físicas, observando sua coloração pessoal reagindo com as cores das suas roupas, batons e acessórios. É possível ter essa própria compreensão através dos exercícios que vamos propor, além de ser incrível se observar com carinho e cuidado para ganhar essa percepção sobre si mesma. 🙂

Vamos conversar sobre as características que podem levar ao entendimento das cartelas ou simplesmente de compreender as suas possíveis melhores cores. 🙂

Nesse workshop online, com duração de 3h30 em duas aulas ao vivo de 1h45 cada, vou explicar também os tipos de coordenações cromáticas, harmonia, contraste pessoal, mistura de estampas e até um teste com os batons, para observar se estão seguindo a harmonia de cada uma. Vamos fornecer material em PDF.

Aulas ao vivo (ficarão gravadas):
Aula 01 – 28/01 (segunda) – 20h às 21h45*
Aula 02 – 30/01 (quarta) – 20h às 21h45*

*Horário de Brasília

 

Inscrições através do email [email protected] 

Forneceremos link para parcelamento pelo PagSeguro ou dados para transferência bancária.

Inscrições após o começo do curso serão aceitas. Para quem perder uma ou as duas aulas, fique de boa que elas ficarão gravadas.

A turma vai acontecer com até 10 participantes. 

Em caso de desistência até 7 dias antes do curso, o valor total será reembolsado. Após 7 dias, o valor não será reembolsado, podendo ser usado de crédito para um próximo curso.

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Como saber a vida útil de um sapato?

A Erica Rabello, participante querida e ativa do grupo Moda Pé no Chão no facebook, levantou uma questão boa para quando podemos saber até quando vale a pena tentarmos manter os sapatos. Fora essa sua pergunta, muita leitora veio perguntar como faço para reciclar os sapatos ou onde descartá-los corretamente.

E aí a Daniella, que acompanha o blog, veio compartilhar essa matéria, que traz a terrível notícia do quão prejudiciais os sapatos são ao meio ambiente. Pelo conjunto de materiais usados na sua confecção, sendo necessário um rigoroso trabalho manual para tentar dsassociar tantos produtos usados e, por consequência, um baixo aproveitamento deles, não é possível encontrar tanta gente disposta a reciclar sapatos.

“Segundo a coordenadora geral do Laboratório de Sustentabilidade (Lassu), da Universidade de São Paulo (Poli-USP), Tereza Cristina Melo de Brito, outra questão que impacta na reciclagem é a dificuldade de juntar grandes volumes dos componentes presentes nos sapatos. O plástico coletado, por exemplo, costuma ser vendido pelas cooperativas à indústria em lotes de 400 kg.

“O calçado feminino é um grande problema, porque tem muitos enfeites. É difícil, por exemplo, conseguir volume de uma mesma pedraria que adorna um sapato. Seria necessário reunir muitos pares iguais, o que não acontece”

Quando param nos aterros sanitários, o desastre é incalculável: muitos são feitos de plástico e até os de couro representam perigo, pois a matéria prima é amaciada com cromo, substância tóxica e altamente contaminante.

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Usado ou desgastado?

Uma coisa que me deixa sempre encucada quando vou em casa de clientes, é como elas classificam roupas usadas como desgastadas – a mesma coisa para sapatos. Às vezes o bichinho tá bom, só tem as marcas inerentes ao uso, mas já achamos que parece que está velho e esculhambado demais para usar, que é quando já está todo esfarelento, com manchas muito bizarras, pontas extremamente arrebentadas e que não deem pra consertar ou, simplesmente, com um aspecto feio, que é bem diferente do que é usado.

Temos que demover essa ideia de que marcas de uso são ruins. Sapato bom é aquele que a gente usa, que não aperta joanete e nem esfola o calcanhar, que não cansa os pés e as pernas, nem deixa dolorido. Sapato bom tem as marquinhas do tanto que ele já fez a gente caminhar por aí!

Legal, Ana, mas qual é a solução?

De imediato não penso em nada que não seja PARAR DE COMPRAR TANTO. A indústria fomentou essa necessidade feminina, criada pelo capitalismo, aliás, de que mulheres têm paixão por sapatos. E dá-lhe incentivar a galera a comprar loucamente, 4 pares de uma vez, shoelovers, sapateiras lotadas com centenas de pares.

Sapato bom dura uma vida. Escolha um modelo de qualidade, atemporal, que você tentará usar muito e que seja confortável, para te acompanhar por décadas.

Mesmo que se use todos, vivemos numa época em que a obsolescência planejada impera, e novas tendências virão, gerando desejo constante. Se antes era bico fino, agora o bico é arredondado; flatform no lugar da meia pata; spadriles X anabelas e por aí vai.

Eu mostrei aqui meu problema com sapateira cheia e estou empenhada em reverter isso logo, mesmo compreendendo que alguns pares ali eu uso para produções. Não que seja crime ter e usar tudo, mas sabemos que a maioria das pessoas não age assim com essa consciência.

Na matéria sugerem que tentemos focar mais em sapatos de tecido e que sejam veganos, que tem materiais que agridem menos o solo por não serem de couro. Eu conheço (e adoro!) a Insecta Shoes e a Estúdio NHNH, que reaproveitam sobras têxteis. Que outras marcas vocês conhecem?

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Penso que devemos tentar usar ao máximo o que temos, por isso tenho levado meus sapatos demais no sapateiro para ele revitalizar meus calçados ao costurar, trocar solado, consertar fecho. Tênis muito encardidos eu já levei em lavanderias especializadas para lavá-los.

Lembrando que sempre dá também para pintar seu tênis em casa, customizá-lo, trocar cadarços, mandar tingir – existem vários tutoriais no YouTube!

E sapatos que você já enjoou e ainda estão resistindo?

Doar ou trocar! Doar mesmo que seja de marca e esteja em bom estado, sabe? Temos mesmo a mania de condicionar o que está muito trapinho pra doação, acredito que pessoas menos favorecidas merecem e muito também receber o melhor! Se não usamos, se já gastamos o dinheiro, qual o problema em fazer alguém feliz e com o pé protegido, sabe?

Trocar com amigas e familiares também é uma ótima maneira de fazer aquela peça girar. Outra ideia é não gerar demanda alta da indústria, comprando em brechós.

ONG que recicla

Na matéria indicaram a Recicalce como a única que oferece a reciclagem dos pisantes. Eles recebem doações pelos correios e promovem a inclusão social, além de revitalizarem os calçados, disponibilizando para doação, além de reciclagem dos componentes dos produtos sem condições de reuso e descarte das sobras em aterro industrial conforme as leis ambientais vigentes.

Em 2017, o descarte em aterro industrial, atinge a marca de 59,047 toneladas e passaram a barreira dos 100.000 pares de calçados recebidos ao atingir a marca de 100.677 pares e doados 58.718 pares a mais de 140 entidades carentes.

Aqui tem mais informações para quem quiser contribuir!

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Comprei e nunca usei: blusa de renda transparente

omprei e nunca usei veio com força nesse final de ano por conta das arrumações inerentes à época: nesse caso, essa blusa arrematada de segunda mão no enjoei, há anos, que achei lindaaaa, que achei que fosse usar horroresssss…mas, que nada. Acho arrumadona demais e, na moral, vou ao total de um evento por ano, hahahaha!

Então agora ou vai, ou racha, preciso usá-la para saber se ela fica ou vaza da minha vida! A primeira tentativa de look foi com minha pantalona mega antiga e eu amei, heim? Super cara de roupa de festa sem ser óbvia! 🖤

Muita gente no instagram sugeriu que eu quebrasse o tom mais arrumado da blusa com uma peça em jeans, mas, sinceramente, não queria ir por esse caminho mais óbvio – o medo é viciar só em um tipo de coordenação. A blusa é mais compridinha, com rendas na barra, por isso a parte de baixo teria que ser mais sequinha, coisa que também não curto mais, prefiro bem mais o jeito que elaborei aqui, com a peça por dentro de uma calça ou shorts mais estruturados/amplos.

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Blusa que comprei no enjoei
Pantalona Maria Filó mega antiga
Scarpin Santa Lolla super hiper antigo
Brincos Tatiana Queiroz Jewlery

Fotos: Denise Ricardo

Analisando bem, não acho que esse look esteja com cara de ficar restrito a eventos, super dá para encaixá-lo em qualquer outra atividade do meu dia. Lembrei que tenho uma pantacourt (preta, mas beleza), que eu também usaria com um tênis, o que já garantiria ao menos descer do salto.

Mas, como também já colocaram de forma certeira no instagram, talvez meu estranhamento com a blusa nem seja apenas pela dificuldade de usá-la, mas por não ter muito a ver com meu estilo, no geral, com esse lado de estilo romântico da peça.

Que outras ideias vocês me dariam, hein, gente? Confesso que tem vezes que dá um senhor bloqueio aqui, hahaha!

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Assisti a série da Marie Kondo na Netflix

Quer dizer, estou assistindo –  hoje concluo a maratona dos oito episódios de Casa Arrumada, Tidying Up with Marie Kondo, na Netflix, série que estreou ontem, com a japonesa best seller de vendas com seu livro A Mágica da Arrumação, que criou um método (batizado de KonMari) para arrumar e organizar objetos em 4 categorias, tudo baseado no “spark joy” ou, traduzindo, o que traz alegria pra gente. Marie visita as casas de diversas famílias nos EUA com a missão de propor a elas um novo estilo de vida ao organizarem suas casas caóticas. Gostei principalmente porque é uma série sobre reconectar-se com você mesmo, com quem você ama e com seu lar.

Ver Kondo em ação já trouxe alegria instantaneamente, porque ela é fofa demais, gente! =D Já chega sorrindo e toda efusiva na casa dos americanos, que ficam embasbacados com essa boa vibe dela. Não faz uma careta, nem uma cara de espanto ou reprovação e dá pra ver que não se trata de estar na frente das câmeras. Todo o seu discurso é amoroso, afetuoso, cheio de empatia e carinho. Ela senta sobre os joelhos (como os japoneses sentam mesmo) no chão de cada casa que visita para agradecer o espaço por acolher aquela família. Ainnnnnnnn, é muito amorzinho!

Sério, eu aprendi muito com a série. Gostei demais da forma como Marie lida com as situações, sem repreender, sorrindo, se emocionando (em vários momentos ela se diz conectada às pessoas do episódio, ou então emocionada), de pedir que agradeçam aos objetos e de tratá-los com respeito, tudo isso sem deixar escapar uma sobrancelha levantada ao observar a bagunça alheia – pelo contrário, ela dá gritinhos dizendo que ama uma zona, hahaha! É assustador também ver as montanhas de roupas e pilhas de acúmulos das pessoas.

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E todas as vezes que comentaram que a casa dela deveria ser perfeita, ela mesma se coloca como alguém que também faz bagunça e que sente preguiça e deixa pra arrumar tudo só no dia seguinte. O que ela observou também é como eles têm espaço e até comenta que as cozinhas japonesas têm metade do tamanho das norte-americanas, somando-se ao fato deles lá em cima ainda serem o templo do consumismo, enquanto os japoneses seguirem mais a linha minimalista (nesse caso é observação minha).

De início achei que teriam mais dicas sobre organização, mas depois vi que eu já tinha todas elas no segundo livro de Marie, Isso me traz alegria?, que é um guia ilustrado da mágica da arrumação, além do canal dela no Youtube, por isso foquei mais em observar as mudanças e depoimentos de quem passava pelo seu método, que é simples e aproveita muita coisa do que já temos para organizar, como caixas vazias de sapato.

Você fica tão contagiado pelas transformações pessoais de cada participante que, entre um episódio e outro, eu fui arrumar mais coisas que estavam em desordem aqui em casa, hahaha! Ataquei o cesto de roupa suja (sério, tinha coisa lá esquecida) e minha estante de livros e revistas – separei alguns itens para reciclagem, descarte e doação, só sentindo essa se eles me traziam alegria ou não.

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Minha pilha de doação de revistas e livros pós-Marie Kondo na Netflix, hahaha!

Para quem está precisando de um leve choque de realidade e motivação extra para organizar a casa e evitar acúmulos futuros, super recomendo assistir! 🙂 Me contem aqui depois o que acharam!

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