O manifesto continua

Eu comecei o barulho quando comentei sobre a polêmica volta do tamanho G às lojas e muita gente bateu tambor comigo. Li todos os comentários e fico todo dia matutando um pouquinho sobre o assunto. Claro que não se trata só de tamanhos grandes, mas de uma padronização dos tamanhos reais, que exista uma regra a ser seguida, que a norma da ABNT seja finalmente uma realidade.

E o assunto não reverberou só aqui não, o UOL fez um video com vários temas durante a SPFW e o primeiro deles foi justamente sobre como a moda brasileira não é feita para quem veste acima de 42. São os 5 minutos iniciais, com depoimentos de várias mulheres “reais”. E de acordo com a matéria, em 2 anos todas as marcas terão que padronizar seus tamanhos de acordo com a ABNT. Tomara. (Obrigada, Aninha, por ter mandado esse link!)

 

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Comentários pelo blog

28 comentários

  1. Mabia comentou:

    Rezo pelo dia da padronização dos tamanhos. E que as lojas sejam obrigadas a produzir peças GG.

  2. Fernanda Diniz comentou:

    Eu não etendo sobre a padronização dos tamanhos mas postei no mural do meu face os dois links sobre a falta dos tamanhos grandes nas araras. Bjs

  3. Mari comentou:

    Estou totalmente de acordo, é um absurdo!!! A maior parte das marcas vai só até o tamanho 42 e que na verdade deve ser um 38!!!!

    Bjks,
    Mari
    @trendlovers.wordpress.com

    1. E o pior é que a gente fica se sentindo gorda, assim, né? E nem tá, é a roupa q não tem padronagem.

  4. Pois, é agora está na moda tamanho GG, até em novelas as gordinhas estão mandando na novela das 7, belas e cheinhas, por que não?. Confesso que não gosto de vestir, mas não nasci para ser modelo assim como a Ana. É preciso sim os modelos G, GG.

  5. Acho isso muito engraçado aqui, pois copiamos várias coisas, mas justamente esta parte, que é importante, não acontece. Aí a gente pensa, como o Brasil quer se tornar uma capital de Moda importante se uma coisa básica como a padronização dos tamanhos não existe?
    Não adianta, o país tem que cair na realidade que não dá para exportar mais o perfeito corpo brasileiro. Tem que esquecer este tipo de turismo, e procurar coisas mais relevantes.
    O povo brasileiro tem que acordar e cobrar mais sobre os seus direitos, a gente é o quinto país mais rico do mundo, temos que começar a ver os benefícios te uma sociedade que cresce, parar com certas babaquices, porque se for tratar da parte comercial, não falta público tamanho G, GG, Extra Grande e porra aí vai.

  6. Renata Martins comentou:

    E PP tb…
    Pois é… O mesmo acontece para quem é super pequenininha como eu! Acabo pagando caro nas roupas pois os P’s de C&A, Renner, Leader, etc… Não dão em mim! Na C&A ainda, mesmo q de vez em quando, aparecem uns 36 q sim, dão em mim 🙂 Mas que é raro é!

    Bjs.
    Renata.

    1. Naiara Costa respondeu Renata Martins

      Verdade Renata!
      Ontem eu provei na Renner cinco calças tamanho 36 e todas tinham tamanhos totalmente diferentes. Só uma serviu e teve uma que dava pra comparar com o tamanho 42 de outros modelos. Calças sociais principalmente, eles esquecem que mulheres magrelas tbm trabalham em escritório.
      Antigamente existia o 34 e o PP, eu achava ótimo, mas pararam de produzir :/

      Em 80% dos casos eu desisto de comprar roupas pq o caimento não fica bom e estou cansada de gastar mais dinheiro, além dos preços que já nem são tão baratos, com costureiras para ajustar as peças.

      1. Mari respondeu Naiara Costa

        Eu não consigo comprar calça social em loja. Talvez em alguma loja mais cara tenha alguma que sirva, mas nas de departamento, nada. Eu posso pegar o menor número e ele até vai “servir”, mas vai parecer que meu bumbum está vestindo um saco de batata. As calças sociais que eu tenho mandei fazer e, pra trabalhar, eu compro jeans escuros e sem detalhes.
        Eu sou a favor, além da padronização, que calças tenham medidas pra cintura, comprimento e etc separados (assim como tem lá fora com calças e tbm sutiãs). Todas as minhas calças são apertadas na panturrilha (tive que comprar o menor número, né) e largas no quadril, além da barra que tem q fazer, porque magra, reta e baixinha não existe em roupas.
        Ainda por cima, fui um dia na Levis testar aquela linha com diferentes tamanhos de quadril e a vendedora só me levava os modelos de quadril grande pra lá, sendo que claramente eu queria o contrário.
        Mesmo shorts e saias, no verão passado eu quis comprar uns novos, e quase todos os menores números, apesar de curtíssimos (q eu nem queria), caiam da minha cintura.

  7. Samanta comentou:

    Então, se a nossa indústria da moda começasse a contabilizar o que perde em vendas, justamente por só produzirem roupas ou para adolescentes magrinhas ou para modelos, acho que essa realidade iria mudar bem depressa, até porque, a maioria das mulheres brasileiras não são nem modelos e nem ricas, então, quando as mulheres estão no auge de poder consumir moda, enfim, porque tiveram conquistas profissionais e financeiras, não podem!
    Olha, eu vou dar uma dica de lojas em que costumo comprar e que tem numeração amiga (tenho 1.68 e 69 kg): Renner, Siberiam, Gregory, M. Officer, Simulassão, Collins (amo!), Luigi Bertolli. A Marisa, desconfio, parece que voltou à realidade no que diz respeito a numeração. Tinha desistido de comprar lá, mas fui surpreendida qdo estive na última liqui e entrei no número 42 deles (teve uma época que tinha q comprar o 46 ou 48, isso qdo tinha!). Então, vamos observar.
    Ana, querida, desculpe se fiz propaganda, mas a intenção é de ajudar!
    Querida, vamos continuar fazendo barulho porque a internet tem um poder avassalador para essas coisas, né não?
    Bjos, Ana. Obrigada por levantar a questão! Mulherada, vamos a luta!

    1. Su Ramos respondeu Samanta

      Samanta, tb gosto mto dessas marcas.
      A M.OFficer tem uma padronagem beeeeem legal. Ontem mesmo comprei lá 3 blusas.. tamanho 01 (P) e eu visto M.
      As calças que nas outras tem q ser 42, lá para mim são 40. Adoro muito.

      1. Cah respondeu Su Ramos

        Acho a M. Officer ótima no quesito tamanho. Eu sou bem pequena, uso 34, e lás as calças me servem. Tenho amigas maiores que gostam de lá também.
        Tem muita variação do tamanho da modelagem entre as calças, então tem que experimentar também, mas sempre dá pra encontrar algo legal.

  8. Viviane Moreira comentou:

    Quero só ver.

  9. Glauce comentou:

    Posso assinar embaixo do seu manifesto?

    1. Ana Carolina respondeu Glauce

      Deve! 😉

  10. Mayara comentou:

    Nos Estados Unidos, se vc estiver com pressa, pode simplesmente pegar o seu tamanho para vestir que vc SABE que vai te servir..

    Aqui não, na mesma loja tem diferença entre peças do “mesmo tamnho”..Vira e mexe, tenho que provar alguns G’s ou M’s para saber se realmente serve ou não..

    Acontece o mesmo com alguns sapatos, embora isso seja mto mto raro..

    Eu nao vejo a hora dessa Lei vingar para sermos felizes para sempre!

    1. Mari respondeu Mayara

      Nos EUA, além de poder pegar a roupa sem experimentar e servir, vc pode provar só em casa e devolver se não ficar bom.
      Eu fiquei duas semanas num curso lá e uma colega estranhou que eu experimentava as roupas nas lojas em vez de pegar e levar.

  11. Camile comentou:

    Ana,

    me perdoe se eu estiver falando besteira, mas pelo (pouco) que entendi da padronização das modelagens, eu sou contra.
    Tem lojas que eu nem entro pq eu sei q o jeans vai caber no meu quadril e ficar apertado nas pernas e vice-versa (por exemplo).
    Tenho as loja aonde sei q a modelagem me serve direitinho mesmo, as vezes, tendo q comprar um núm. maior ou menor.
    Se padronizarem tudo a gente perde as opções!

    Mas, por outro lado, sou totalmente a favor do M voltar a ser M, G voltar a ser G…… rs

    Bjs!

    1. Letícia respondeu Camile

      Uai, o “manifesto” é pela padronização dos tamanhos. Se vc veste M, em qq peça ou loja que buscar por este tamanho, vc o encontrará. Este é o objetivo da padronização!

      1. Camile respondeu Letícia

        Mas é q o tamanho M pode ficar certinho ou pode ficar certo na cintura mas largo nas coxas, por ex.
        Tem lojas que eu sei que não vão me servir. Na C&A não encontro calças que me vistam certinho na coxa e cintura. Na Leeloo eu encontro.
        Se acharem q o pradrão da mulher brasileira é o da C&A, não vou mais achar nenhuma calça.. ou vou ter q ficar apertando as pernas das calças…
        Acho q as proporções dos corpos são muito variados pra padronizar…

  12. Gisele comentou:

    Eu visto 44 e sofro muito! Nem é tanto assim e acabo me sentindo uma jaca quando vou comprar roupa. Já to pensando em virar miss plus size…

  13. Gisele Araujo comentou:

    A moda também não favorece muito as magrelas que vestem 36 como eu… Geralmente as roupas ficam largas… Calças de alfaiataria então… Geralmente os tamanhos 36 ficam enormes e estão mais para 38/40 do que 36.

  14. Gisele Araujo comentou:

    Ah e outro agravante é que quando acho calças do meu tamanho geralmente ficam apertadas na coxa, já que tenho pernas grossas. Isso começou a acontecer desde que decidiram que a grande maioria das calças deveria ser skinny. Dane-se quem tem perna grossa né? Dane-se a circulação do sangue.

    1. Renata Martins respondeu Gisele Araujo

      Muitos rs… Mas é assim mesmo! Sou baixinha, mas não fininha! Tenho bumbum grande e pernas grossas… Tipo assim cintura tamanho 36 e bumbum e coxas 38… difécil, né? rs… Se a calça dá na cintura fica apertada no bum bumbum e nas coxas e se fica bom no bumbum e nas coxas a cintura fica no tamanho de um bonde…

  15. Bruna Florencio comentou:

    Concordo, apoio, assino e ajudo no que for preciso pra que TODAS nós possamos encontrar roupas que nos sirvam, independente da modelagem, mas que um P vai ser P, um M vai ser M e um G vai ser G!

  16. Letícia comentou:

    É mesmo um absurdo! Uma amiga minha, que veste 36/38, ganhou uma camisetinha M que ficou apertada. Foi trocar pela G, que tb ficou apertada. Vê se pode? Uma peça G apertada num corpo que normalmente veste 36/38 é um absurdo! Eu, que visto 42/44, me senti fora do mercado para esta confecção de camiseta!!!

    Na campanha pela numeração correta! To contigo, Ana!

    Bjos da sua fã mineira,

    Letícia

  17. Michelle Coutinho comentou:

    Putz! Completamente apoiada e já postei no meu Face. Sou toda
    “ona” e “uda” (grandona, peituda, cadeiruda, bunduda, pernocuda…) e tenho tido muita dificuldade em encontrar roupas que caiam bem. Eu brinco falando que só acho “moda petit”. Está um absurdo. Essa ditadura que faz a gente se sentir maior do que já ao ter que usar números muito maiores do que somos … Vamos colocar a bioca no trambone mesmo!!!!

  18. Mari comentou:

    Roupa no Brasil não compro mais. Eu não consigo entender… Vc vai em qualquer lugar do mundo (bom, pelo menos nos EUA e Europa) e vc tem roupas que vão do número 2 (ou 0) até o 18 (ou mais). Quer dizer, 9 (pelo menos) opções de corpo, não? Aí chega aqui e tem os míseros P, M e G.

    Gente, não existe só magra, normal e gorda! Existem variações de todos os tamanhos! Tirando o fato que aqui esse tal P, M e G são variações de magreza. Eu visto 14 nos EUA, óbvio que existem lojas que fazem roupas até 10, 12, mas eu consigo entrar na maioria das lojas e achar algo que caiba em mim.

    Outro dia fui na Myth e pedi pra experimentar uma saia G. Resposta da vendedora: Só trabalhamos com P e M.

    Isso acaba com a auto-estima de qualquer um, sabia? Você faz todo um trabalho psicológico pra se sentir bem, e entra numa loja aqui e acaba com tudo conquistado. Eu já desisti.

    Ufa, falei demais… rs

    Adoro seu blog! Beijos!