Diferença nas makes peles quentes X peles frias

Estou naquela semana já de início do meu curso de formação em consultoria de estilo, então o meu tempo está bem curto para me dedicar a ele, mas, em contrapartida, pesquisar e ler mais alguns assuntos têm me dado boas ideias para escrever outras coisas aqui. Aguardem 🙂

Enquanto isso, quero compartilhar um video para o IGTV, no instagram, que gravei com a Manuella Antunes, minha assistente de cores, sobre a diferença básica de maquiagem para peles quentes, que são mais amareladas, bronzeadas, e para as peles frias, mais rosadas. A minha é fria e a da Manu é quente!

O video ficou bem leve e divertido, mas principalmente, informativo, cheio de dicas bacanas principalmente para quem não sabe a sua cartela de cores! Espero que ajude vocês. 🙂

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As mudanças dos tecidos da C&A e Renner

Estava zanzando pelo site da Renner para uma pesquisa, quando me deparo com um guia de tecidos feito pela marca, esmiuçando tudo sobre os diversos tipos de fibras têxteis que são encontrados nas suas roupas, com os prós e também os contras!

Eu fiquei tipo QUE? A Ana de 2012, que começou lááá atrás a falar abertamente sobre tipos de fibras, ficaria impactada demais! hahaha!

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Retirei do site da Renner esse trecho em que eles ressaltam a importância de ler a etiqueta:

“Antes de mergulhar no nosso pequeno dicionário de tecidos (escolhemos aqui os mais comuns no armário), vale lembrar que as fibras podem ser naturais ou sintéticas. Outro lembrete importante é que a composição das roupas nem sempre é apenas de um material. Assim, podem haver misturas (o elastano, que aumenta a flexibilidade, é um mix frequente). Tudo isso consta nos descritivos das peças da Renner ou no link dos produtos. Depois da leitura, checar a etiqueta vai, sim, virar hábito!

Depois eu entendi que essas explicações vinham acompanhadas da descrição do Re Malha para promover essa política de economia circular da loja, que eles têm adotado inclusive na Ashua, marca plus size da rede. A Re Malha é o tecido feito com reaproveitamento de resíduos gerados pela cadeia de fornecimento da Renner. Eles usam as sobras doadas na sua caixa de descarte de roupas (que falei dela aqui). Com as sobras, eles reaproveitam algumas para desfibrar as selecionadas e processar para se tornarem fibras novamente, onde serão mescladas com algodão virgem, para virarem roupa e serem comercializadas nas suas lojas.

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Achei MUITO bacana a iniciativa, assim como da C&A, que têm também projetos importantes de sustentabilidade: além da sua política de descarte têxtil (também falei sobre aqui), estão com o objetivo de ampliar a oferta de produtos feitos com matérias-primas mais sustentáveis de, até 2020, 100% dos produtos de algodão serem feitos com algodão mais sustentável e 67% de todas as matérias-primas que utilizam em todos os produtos serão de origem mais sustentável.

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Claro que tudo isso faz parte de estratégias alinhadas com os novos desejos dos consumidores, da mudança que observamos nas próximas gerações em relação a práticas mais sustentáveis, origem dos produtos, descarte, economia circular.

As marcas de fast fashion têm investido pesado nessa mudança, além de se associarem a influenciadores que abordam o tema. E que ótimo isso! Principalmente se levarmos em conta que os produtos têm preços acessíveis (lembrando que eles trabalham com escala industrial, por isso conseguem ter preços menores) e que esse pensamento e atitudes podem chegar, através dessas lojas, em locais que não têm fácil acesso a marcas de slow fashion.

Mas economia circular não é só sobre reciclagem

Economia circular é menos sobre reciclar e mais sobre reduzir resíduos e prolongar o uso dos materiais, tornando eles mais duráveis, não gerando necessidade de compra o tempo todo. De acordo com o site Modefica, isso se refere a prolongar também o uso desses produtos (ou seja, não lançar tanta novidade o tempo todo e tanto desejo de compra), a melhorar o design deles para reduzir o impacto alto da sua produção, com itens não só bonitos, mas duráveis, como desenvolvimento de tecidos de poliéster que soltem menos microplásticos, e a regenerar os sistemas naturais.

O selo que eu ainda gostaria de ver nessas lojas seria o de Fair Trade, que é o comércio justo, prática de uma política de remuneração na cadeia de fornecimento e de desenvolvimento desses produtos mais justa para todos os lados.

Você comprou ou teve acesso alguma roupa dessas linhas? O que achou? Quero dar uma passada nessas lojas para ver de perto!

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Podcast Moda Pé no Chão EP 25: Moda inclusiva!

Você já parou para pensar que o tal do pretinho básico ou o combo jeans e camiseta ainda não sejam itens tão básicos para os corpos com deficiência? Como as marcas estão se movimentando para tornar suas lojas e coleções mais acessíveis para a variedade de PCDs que também querem se vestir bem e com estilo? Como podemos fazer para trazer mais para nossas práticas e discursos temas que incluam de verdade todo mundo?

O bate papo desse episódio conta com a participação da profissional de moda Michele Simões, que é cadeirante e está à frente do projeto Meu Corpo é Real. Que mulher incrível e que aprendizado ela transmitiu nessa conversa! Todo mundo deveria ouvi-la falar, só acho!

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Quem quiser assistir Michele em ação, recomendo esse TEDx com ela!

Agora ouça nosso ep no podcast:

Podcasts são conteúdos em áudio, transmitidos pela internet através de apps. Dá pra ouvir na academia, enquanto amamenta, lava a louça, a caminho do trabalho, durante uma viagem. Pausar, ouvir mais tarde, re-ouvir algum trecho. 🙂

Moda pé no chão traz periodicamente temas práticos para quem quer ser feliz com o que tem sem gastar muito, com convidados para discutirmos assuntos pertinentes sobre consumo consciente para todos os tamanhos, bolsos e idades. Para quem quer vestir-se de si mesma sem complicação, com ideias simples, dicas certeiras, críticas e opiniões sempre muito sinceras.

O episódio já está disponível nos aplicativos de podcast pra IOS e Android, como Spotify, Soundcloud, Apple Itunes, Castbox, Overcast, We Cast, Google Podcasts e muito mais! Procure no seu app de Podcasts ou de áudio!

Quem segue e compartilha está sempre sabendo quando sai ep novo e ainda dá força pra blogueira aqui!

 

Aqui já tem o link direto para ouvir todos os episódios e baixar!

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Ideias para looks de trabalho descolados

Sempre sempre sempreee me pedem ajuda para ideias de looks de trabalho que sejam mais interessantes que o básico calça preta + blusa branca + terninho. É claro que varia de acordo com os diferentes ambientes e adequações que certos cargos exigem, mas a real é que não precisamos nos fantasiarmos de quem não somos de segunda a sexta-feira.

Nosso estilo, valores, cores podem e devem nos acompanhar inclusive nos looks de labuta, para nos sentirmos mais confiantes e felizes também nesses momentos. Montei todos os looks com peças da Enjoy, principalmente da nova coleção que está nas lojas, a Refúgio (amo esse nome! Tudo a ver com o que penso sobre o vestir), que traz um bom equilíbrio de peças que funcionam tanto para ambientes profissionais – dos mais formais aos mais despojados –, quanto para o dia a dia! Gosto e penso que a maior parte das nossas peças têm que estar alinhadas com nossos desejos de imagem, mas principalmente com a nossa vida real!

Vamos às ideias para acender aquela luz na cabecinha de todo mundo, tanto para novas coordenações com o que se tem, quanto para identificar peças boas para acrescentar nos looks!

  1. Variando os vestidos!

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Esse vestido de viscose é fresquinho, ideal para cidades mais quentes. Mas muitas vezes o ar condicionado fica bombando, então terceiras peças entram para adicionar elementos coloridos, estampados, texturizados ou com proporções interessantes ao look. Para vestidos mais compridinhos, prefiro casaquinhos ou jaquetas mais compridos também.

Não tem muitas saias ou enjoou de usar o vestido só da mesma maneira? Sobreposição com blusas é o que há! Escolhi uma da mesma coleção, com o link de cor com a estampa do vestido, e que já vem com esse torcidinho na frente, deixando o acabamento muito bacana! Ninguém diz que é um vestido por baixo!

Dá pra simular esse torcido com um nózinho lateral na blusa de malha ou um nó frontal com camisa de botão. 🙂

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Vestido com legging, uma raridade por aqui! Mas nesse look eu gostei, opção boa para as grávidas (quando os vestidos vão ficando mais curtinhos, hehe), ainda dá pra arrematar com um cinto acima da barriga!

Esse vestido é de malha, o que o deixa super confortável também. Os acessórios entraram para elevar o status desse look, que mesmo com a jaqueta jeans oversized, ficou um descolado elegante!

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O mesmo vestido, mas agora numa mistura de estampas (listras com listras, AMO!), com o maxi cardigan. O melhor é a proporção, a altura da barra do vestido termina na mesma altura do casaco. Para alongar, colar comprido. 🙂

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2. Looks com saias

Quando a saia (essa é azul marinho) é mais comprida, gosto de trazer mais acessórios elegantes ou bem criativos e coloridos, para quebrar um pouco a sobriedade. A jaqueta jeans ajudou também nessa missão!

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Amesma ideia, mas nesse caso a criatividade e cores ficaram por conta da blusa estampada e o link de cores com a sapatilha!

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Mais uma vez acessórios e sapatos criativos MASSSSS mais sóbrios! Nesse caso eles vão mais para elementos geométricos do que necessariamente coloridões. Pode sr também no uso de materiais que não sejam metais, como acrílico, madeira, resina, etc.

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3. Looks com calças

Calça preta reta, estilo alfaiataria, quase todo mundo que trabalha fora, têm! não que seja essencial (eu não acho), mas já que ela está aí, vambora!

Uma coisa que fazemos demais é coordenar calça preta + blusas ou camisas estampadas coloridas. Acho um crime, juro! hahahaha! Preto com cores mais vibrantes matam a beleza da estampa, por isso eu uso alguns truques para melhorar isso. Um deles é coordenar com mais prças criativas no look, nesse caso foi o cardigan comprido alaranjado!

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Mais uma vez blusa com cor mais aberta + calça preta. Para salvar o look do marasmo total e dessa quebra de silhueta que o preto faz com essas cores, fiz uma transição suave entre elas com um cinto de cor neutra (pode ser azul marinho, vinho, marrom, bege, por ex) e o kimono também de cor neutra, caramelo. Aliás, adoro kimonos estruturados para ambientes de trabalho! Substituem com elegância blazers e terninhos, acho mais contemporâneo.

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E aí, se identificaram mais com qual look? Lembrando que todas as roupas (tirando os acessórios e a legging) são da Enjoy, e estão dispoiníveis nas lojas e na loja online! A marca tem anos e anos de tradição num vestir mais versátil, de qualidade, com contemporaneidade e para mulheres com corpos reais, vestindo do PP ao GG com roupas de modelagens que respeitam a variedade de corpos!

 

Post patrocinado pela Enjoy

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