Ana veste:
Camisa C&A – 59,90
Top Drops – 24,90
Colar OZ Store – 56,00
Pulseira Blanco – 9,90 euros
Calça idosa da Cantão – 79,90
Cinto Feira Hippie de BH – 10,00
Sapatilha Santa Lolla – 99,00
Bolsa Ebay – 25 dólaresfotos: Rafael Machado
Estou aproveitando que o clima ainda está ameno para usar e abusar das minhas calças. Eu amo calça, me sinto super bem vestindo uma, mas no verão fica impraticável cobrir as pernas…por isso quero aproveitar bastante! 😀
Daí estou desenterrando algumas calças que comprei há alguns anos e andavam encostadinhas. Essa de hoje foi comprada há anos, muito antes de eu entender alguma coisa sobre proporção e tipos físicos. Desde que comecei o curso de consultoria de imagem e estilo que estou fazendo, estou compreendendo cada vez melhor meu guarda-roupa e até algumas escolhas minhas, que antes eram intuitivas.
Por ex., descobri que meu tipo físico é pera ou triângulo. Trocando em miúdos, sou mais estreita em cima, no caso, os ombros, e mais larga embaixo, nos quadris. Claro que não sou nenhuma cadeiruda, rs, mas a minha proporção é essa! Antes eu entendia isso intuitivamente…vestia uma calça skinny e me sentia tipo coxinha de galinha, haha! Ficava muito larga nos quadris e sentia meus ombros beeem mais estreitinhos. Também por intuição, comecei a perceber nas fotos que a proporção se restaurava quando eu vestia algum blazer/camisa com ombreira, ou detalhes nos ombros. Ou seja, eu estava igualando a parte de cima com a parte de baixo e tudo ficava mais harmônico. 🙂
Os diferentes tipos físicos (imagem que peguei não lembro onde) que descobrimos analisando visualmente e medindo! E onde está ‘triângulo” leia-se “triângulo invertido”.
Claro que não vou deixar de usar um bando de coisa que comprei sem compreender bem essa “desproporção” ou peças que eu goste mesmo de vestir! Essa calça é um bom exemplo: ela tem detalhes e bolsos mais largos na altura do quadril, o que “aumenta” meu volume nessa área. O certo era eu usar algo em cima pra compensar ou desistir da calça. Mas assim…desistir dela não rola. E, mesmo ainda sendo primavera, está quente demais para colocar um blazer. Aí eu ignorei essa “regra” de proporção e saí assim mesmo.
Nas fotos eu percebi de forma gritante que realmente precisaria equilibrar a silhueta, mas, vejam bem, não acho que saber disso necessariamente me faça ficar presa a conceitos. E o bacana no curso é que estamos aprendendo justamente a criar outras estratégias para harmonizar cada tipo físico, sem deixarmos de usar o que gostamos ou queremos.
Calça branca? Não vou deixar de usar. Calça cenoura? Muito menos. Só que agora compreendo mais como direcionar melhor minhas compras, onde comprar e, o principal, em que tipo de roupa devo investir. E, sabendo dessas “regrinhas” eu consigo transgredí-las mais facilmente. E isso que é melhor: quebrar as regras com consciência! 🙂
O que eu quero mostrar hoje com o meu tipo físico como exemplo, é que todas nós temos nossos receios criados por essas regras e ficamos às vezes limitadas por elas. Vamos exprimentar novas alternativas para compensar, ao invés de simplesmente desistir de usar algo? Vamos testar mais, sem medo? Acho que assim a moda fica mais divertida, sem nos aprisionarmos em um ciclo de “pode”e “não pode”!







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