Organizando para 2019: sapateira!

Para esse final de ano eu resolvi realmente abraçar o destralhamento e acúmulo de tudo que guardei sem necessidade. Quero adotar de vez uma postura mais simples, acho que a virada pros 40 anos está me deixando cada vez mais irrequieta hahahaha!

Por isso vou começar essa série de posts do antes e, no dia seguinte, do depois, para vocês verem em tempo real o que estou conseguindo realizar desse projeto de desapego e organização!

Vocês lembram que escrevi esse post que tenho sapatos demais e do meu desejo por uma sapateira? Desde então eu realmente não tenho comprado quase nada de sapato. Esse ano foi maravilhoso, porque só comprei um (uhuuuuuuuuu!!), mas ganhei dez pares (lembrem que faço publicidade e etc e algumas marcas me mandam), e, desses todos, fiquei com dois. Acontece que os sapatos antigos não se desfizeram completamente, hahaha!
Pois bem, comprei esse ano o bendito móvel, que só serve para deixar claro como continuo tendo sapatos demais e como ela não organiza NA-DA.
Eu acabo tendo mais roupas e sapatos do que gostaria por conta dos editoriais que faço pro blog e instagram, para tentar abranger mais ideias. Mas, sinceramente, estou revendo essa proposta também. Não estou mais dando conta de abrir o móvel e me deparar com isso:
sapateira-ana-soares
Eu já tinha separado alguns sapatos para limpar/lavar, aí a moça que limpa aqui em casa atochou tudo de volta no armário. O que estava organizado pela organizer, terminou virando esse caos 🙁
Eu ficava ainda num apego bobo de querer manter os que estavam em bom estado, sem saber que destino dar a eles. Nesse final de semana eu tirei DEZ pares e doei todos para minha prima, que calça o mesmo número que eu, e ficou mega feliz. Ainda assim, sobrou isso tudo, vish.
Mas quero mostrar amanhã aqui pra vocês o resultado do novo desapego que farei hoje e o saldo da organização. Vamos torcer pra dar certo, serei implacável!
Vamos juntas? Quem mais vai tirar sapatos sem uso junto comigo? hehehehe!

Me contem também o que vocês têm feito ou mudado nos hábitos para não acumular mais assim e nem deixar tudo desorganizado!

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Comentários pelo blog

60 comentários

  1. Julie B. comentou:

    “Eu ficava ainda num apego bobo de querer manter os que estavam em bom estado, sem saber que destino dar a eles” – essa frase resume o meu maior desafio no destralhamento. se livrar do que está velho e se acabando, ainda que possa ser desafiador pelo afeto envolvido, ou pela impossibilidade de substituir o item (sendo que às vezes isso é uma coisa da cabeça da gente, quem disse que tinha que substituir?) é mais fácil, porque você doa pra quem é desassistido, ou joga fora se realmente já era. mas e aquela joia que a gente ganha e não usa nunca? perfumes que não curtimos, mas custam caro? relógios? roupas, sapatos e bolsas de marca e quase novos? tudo o que é caro? precisa de um tempo a ser gasto pra pensar e um desapego maior… rola uma sensação de “estar jogando dinheiro fora”, pra mim (dinheiro que foi jogado fora na aquisição daquilo, já, e não no momento do descarte, mas é difícil pensar assim).

    falei disso no grupo do fb, inclusive… ando pelo mundo buscando essa resposta, ainda que eu deva admitir que, aqui e ali, soube dar de presente muitas coisas dessa categoria a amigas e diminuí um pouco a pilha desses objetos.

    1. Débora respondeu Julie B.

      Uma coisa que faço com o que é mais caro e dá pena de doar é vender em brechó. Reduz um pouco o desperdício de dinheiro e quem comprar vai realmente usar/amar a peça.

    2. Andréa respondeu Julie B.

      Oi, Ana! Bom, como disse uma dia desses nos comentários no Face, eu não tenho absolutamente nada que não uso em casa. Hoje ainda dei um hello no armário do banheiro e já tirei de lá um vidrinho de acetona…porque eu não pinto as unhas hahaha.
      Eu gostaria apenas de propor uma reflexão sobre a questão de ficar com pena de doar coisas consideradas melhores, novas, em ótimo estado, mais caras, de marca, etc.. Em primeiro lugar, eu acho, sim, que vender/trocar são ótimas alternativas. Mas doar para pessoas menos favorecidas, que precisam de doações para viver e jamais teriam oportunidade ou condições de comprar aquilo, é maravilhoso. Por que só doar o que já está puidinho? Por que não doar uma peça em ótimas condições, novinha, mesmo que cara? Já está paga…que diferença faz? Não seria esse o verdadeiro desapego?

      1. Ana Carolina respondeu Andréa

        Adorei a reflexão e já quero escrever sobre!

        1. Andréa respondeu Ana Carolina

          Obrigada, Ana! Temos que desapegar inclusive do controle que pretendemos ter sobre algo que vai deixar de nos pertencer.

      2. Bianca respondeu Andréa

        Andréa, maravilhoso o seu comentário, isso também já passou pela minha cabeça. Por que doamos peças gastas mas as com etiqueta seguem no armário paradas ou tentamos “desapegar” vendendo? Acho que é a tentativa de ter alguma compensação pelo dinheiro gasto sem pensar. Outra ideia é doar para casas de assistência religiosas por exemplo, que eles colocam em um bazar e quem precisa pode ter acesso à roupa por um valor bem baixinho e revertendo para o projeto.

        1. Andréa respondeu Bianca

          Obrigada, Bianca!
          Eu entendo e concordo sobre doar em instituições que vão reverter em renda as doações, claro. Mesmo doando diretamente para uma pessoa, ela mesma pode vender para tentar fazer um dinheirinho, não é. Para além disso, eu acho que é doar mesmo de coração aberto e pensar/desejar a felicidade de quem vai sambar na vida com o que já foi nosso. E quanto menos oportunidade aquela pessoa receptora tiver de ter uma peça daquela, mais maravilhoso vai ser para ela. 😉

      3. Adriane respondeu Andréa

        Nossa!! Penso exatamente assim… não importa o qto pagou … já está pago! E só de imaginar a alegria de quem recebe já me deixa menos culpada!! Mas o bacana mesmo é pensarmos bem antes de comprar!
        Bjss

        1. andrea respondeu Adriane

          Isso mesmo, Adriane 😉 mas o negócio é circular

  2. Julie B. comentou:

    “Eu ficava ainda num apego bobo de querer manter os que estavam em bom estado, sem saber que destino dar a eles” – essa frase resume o meu maior desafio no destralhamento. se livrar do que está velho e se acabando, ainda que possa ser desafiador pelo afeto envolvido, ou pela impossibilidade de substituir o item (sendo que às vezes isso é uma coisa da cabeça da gente, quem disse que tinha que substituir?) é mais fácil, porque você doa pra quem é desassistido, ou joga fora se realmente já era. mas e aquela joia que a gente ganha e não usa nunca? perfumes que não curtimos, mas custam caro? relógios? roupas, sapatos e bolsas de marca e quase novos? tudo o que é caro? precisa de um tempo a ser gasto pra pensar e um desapego maior… rola uma sensação de “estar jogando dinheiro fora”, pra mim (dinheiro que foi jogado fora na aquisição daquilo, já, e não no momento do descarte, mas é difícil pensar assim).
    falei disso no grupo do fb, inclusive… ando pelo mundo buscando essa resposta, ainda que eu deva admitir que, aqui e ali, soube dar de presente muitas coisas dessa categoria a amigas e diminuí um pouco a pilha desses objetos.

    1. Débora respondeu Julie B.

      Uma coisa que faço com o que é mais caro e dá pena de doar é vender em brechó. Reduz um pouco o desperdício de dinheiro e quem comprar vai realmente usar/amar a peça.

    2. Andréa respondeu Julie B.

      Oi, Ana! Bom, como disse uma dia desses nos comentários no Face, eu não tenho absolutamente nada que não uso em casa. Hoje ainda dei um hello no armário do banheiro e já tirei de lá um vidrinho de acetona…porque eu não pinto as unhas hahaha.
      Eu gostaria apenas de propor uma reflexão sobre a questão de ficar com pena de doar coisas consideradas melhores, novas, em ótimo estado, mais caras, de marca, etc.. Em primeiro lugar, eu acho, sim, que vender/trocar são ótimas alternativas. Mas doar para pessoas menos favorecidas, que precisam de doações para viver e jamais teriam oportunidade ou condições de comprar aquilo, é maravilhoso. Por que só doar o que já está puidinho? Por que não doar uma peça em ótimas condições, novinha, mesmo que cara? Já está paga…que diferença faz? Não seria esse o verdadeiro desapego?

      1. Ana Carolina respondeu Andréa

        Adorei a reflexão e já quero escrever sobre!

        1. Andréa respondeu Ana Carolina

          Obrigada, Ana! Temos que desapegar inclusive do controle que pretendemos ter sobre algo que vai deixar de nos pertencer.

      2. Bianca respondeu Andréa

        Andréa, maravilhoso o seu comentário, isso também já passou pela minha cabeça. Por que doamos peças gastas mas as com etiqueta seguem no armário paradas ou tentamos “desapegar” vendendo? Acho que é a tentativa de ter alguma compensação pelo dinheiro gasto sem pensar. Outra ideia é doar para casas de assistência religiosas por exemplo, que eles colocam em um bazar e quem precisa pode ter acesso à roupa por um valor bem baixinho e revertendo para o projeto.

        1. Andréa respondeu Bianca

          Obrigada, Bianca!
          Eu entendo e concordo sobre doar em instituições que vão reverter em renda as doações, claro. Mesmo doando diretamente para uma pessoa, ela mesma pode vender para tentar fazer um dinheirinho, não é. Para além disso, eu acho que é doar mesmo de coração aberto e pensar/desejar a felicidade de quem vai sambar na vida com o que já foi nosso. E quanto menos oportunidade aquela pessoa receptora tiver de ter uma peça daquela, mais maravilhoso vai ser para ela. 😉

      3. Adriane respondeu Andréa

        Nossa!! Penso exatamente assim… não importa o qto pagou … já está pago! E só de imaginar a alegria de quem recebe já me deixa menos culpada!! Mas o bacana mesmo é pensarmos bem antes de comprar!
        Bjss

        1. andrea respondeu Adriane

          Isso mesmo, Adriane 😉 mas o negócio é circular

  3. Anne comentou:

    também vendo as peças mais caras em brechó, e algumas até na OLX – aliás, até perfume novo que não usei já consegui vender por lá… só colocar um preço bacana que dá pra tirar uma graninha extra.
    mas esse ano também me desfiz de vários sapatos que estavam parados, principalmente sapatilhas, que tinha várias! agora fiquei só com uma, vamos ver se vou usar hahah
    como durante o ano eu já faço várias limpezas no armário, esse fim de ano ele não tá abarrotado, mas acho que ainda dá pra sair algumas coisas dele sim, vou tentar praticar o desapego tbm!

  4. Anne comentou:

    também vendo as peças mais caras em brechó, e algumas até na OLX – aliás, até perfume novo que não usei já consegui vender por lá… só colocar um preço bacana que dá pra tirar uma graninha extra.
    mas esse ano também me desfiz de vários sapatos que estavam parados, principalmente sapatilhas, que tinha várias! agora fiquei só com uma, vamos ver se vou usar hahah
    como durante o ano eu já faço várias limpezas no armário, esse fim de ano ele não tá abarrotado, mas acho que ainda dá pra sair algumas coisas dele sim, vou tentar praticar o desapego tbm!

  5. Silvana Aparecida da Silva comentou:

    Amo esse tipo de conteúdo… Também me desapeguei de alguns pares de sapato e peças de roupa… Estou em um momento de mudança de estilo, vou fazer 40 anos agora em janeiro e não estou me sentindo bem com o que estou vestindo agora. Um ponto que tem me consumido é porque também não estou feliz com meu corpo e meu peso atual, então mesmo desapegando não consigo comprar roupa nova.
    Ana, ler o seu conteúdo é uma delícia! Estou sempre por aqui, apesar de nunca comentar.
    Beijos!

    1. Renata respondeu Silvana Aparecida da Silva

      Silvana, estou no mesmo momento que vc. Fiz 40 em novembro e não me reconheço mais nas roupas que eu tinha. Sempre faço o processo de me desfazer do que não uso…mas a sensação de “armário lotado e não tenho nenhuma roupa” continua, apesar das muitas doações. Esse final de ano eu decidi que vou doar e vender (já vendi muita coisa no Enjoei…roupas de marca, vestidos de festa, óculos e bolsas caras…) tudo que eu olho e não combina mais comigo. Mesmo que tenha custado caro, que eu tenha ganho de alguém especial… Acho que um armário abarrotado de coisas que não nos representam faz com que outras áreas da vida tb sejam afetadas pelo desgosto. Ou seja…se a gente reduz e passa a ter menos roupas e looks que são a nossa cara…a chance de se amar muito, amar seu corpo e sua vida como um todo…só aumentam!

  6. Silvana Aparecida da Silva comentou:

    Amo esse tipo de conteúdo… Também me desapeguei de alguns pares de sapato e peças de roupa… Estou em um momento de mudança de estilo, vou fazer 40 anos agora em janeiro e não estou me sentindo bem com o que estou vestindo agora. Um ponto que tem me consumido é porque também não estou feliz com meu corpo e meu peso atual, então mesmo desapegando não consigo comprar roupa nova.
    Ana, ler o seu conteúdo é uma delícia! Estou sempre por aqui, apesar de nunca comentar.
    Beijos!

    1. Renata respondeu Silvana Aparecida da Silva

      Silvana, estou no mesmo momento que vc. Fiz 40 em novembro e não me reconheço mais nas roupas que eu tinha. Sempre faço o processo de me desfazer do que não uso…mas a sensação de “armário lotado e não tenho nenhuma roupa” continua, apesar das muitas doações. Esse final de ano eu decidi que vou doar e vender (já vendi muita coisa no Enjoei…roupas de marca, vestidos de festa, óculos e bolsas caras…) tudo que eu olho e não combina mais comigo. Mesmo que tenha custado caro, que eu tenha ganho de alguém especial… Acho que um armário abarrotado de coisas que não nos representam faz com que outras áreas da vida tb sejam afetadas pelo desgosto. Ou seja…se a gente reduz e passa a ter menos roupas e looks que são a nossa cara…a chance de se amar muito, amar seu corpo e sua vida como um todo…só aumentam!

  7. Cris comentou:

    Tenho tentado [t-e-n-t-a-d-o] não deixar zona do dia para ‘depois’, formando aquele provitivo (provisório que vira definitivo). O mesmo faço com as louças que não dormem sujas na pia. Te confesso que mesmo sendo a anti-fogão, tenho tido mais êxito no quesito das louças do que roupas e sapatos. Apê pequeno, 1 quarto, hábito de deixar as peças do dia arejando antes de retornar ao armário e aí.. a sala vira closet. Péssimo…. Não consegui ainda nao, to na lenha das tentativas. bjs

    1. Patricia Luck respondeu Cris

      Adote um sistema de revisão semanal: escolha um dia na semana pra rever as roupas e sapatos que ficaram arejando, tirar papéis das bolsas, etc. Faço isso no sábado de manhã e tenho conseguido evitar a bagunça. (Ah, e se tiver filhos e marido, obrigue eles a fazer o mesmo com suas coisas rsrs)

  8. Cris comentou:

    Tenho tentado [t-e-n-t-a-d-o] não deixar zona do dia para ‘depois’, formando aquele provitivo (provisório que vira definitivo). O mesmo faço com as louças que não dormem sujas na pia. Te confesso que mesmo sendo a anti-fogão, tenho tido mais êxito no quesito das louças do que roupas e sapatos. Apê pequeno, 1 quarto, hábito de deixar as peças do dia arejando antes de retornar ao armário e aí.. a sala vira closet. Péssimo…. Não consegui ainda nao, to na lenha das tentativas. bjs

    1. Patricia Luck respondeu Cris

      Adote um sistema de revisão semanal: escolha um dia na semana pra rever as roupas e sapatos que ficaram arejando, tirar papéis das bolsas, etc. Faço isso no sábado de manhã e tenho conseguido evitar a bagunça. (Ah, e se tiver filhos e marido, obrigue eles a fazer o mesmo com suas coisas rsrs)

  9. Patricia Luck comentou:

    Ah Ana! Há uns 6 anos eu entrei numa vibe de ter apenas o essencial, porque sentia que o objetos (as roupas, os sapatos, as bolsas, os objetos decorativos) MANDAVAM em mim, sabe? Tipo, TENHO que usar aquele sapato que paguei tão caro, TENHO que manter esse porta retrato horroroso porque ganhei de presente. Então enlouqueci e simplesmente me desfiz de metade dos meus objetos pessoais (inclusive livros) e vivi meio como uma monja por uns 2 anos, sem comprar quase nada. Esse período foi mega importante pra compreender o que eu realmente usava, gostava, precisava! E fui aos poucos recomprando, refazendo meu armário, minha casa etc. E como foi difícil voltar a comprar, porque nada parecia valer a pena: o impacto emocional de pagar por algo, descobrir que não era o que eu gostava e depois ter que me desfazer daquilo era imenso! O auge desse processo foi ter feito o “conheça suas cores” no início desse ano. Hoje posso dizer que sou uma consumidora bem mais consciente (e bem menos pobre rsrsrs). Obrigada por suas reflexões maravilhosas!

  10. Patricia Luck comentou:

    Ah Ana! Há uns 6 anos eu entrei numa vibe de ter apenas o essencial, porque sentia que o objetos (as roupas, os sapatos, as bolsas, os objetos decorativos) MANDAVAM em mim, sabe? Tipo, TENHO que usar aquele sapato que paguei tão caro, TENHO que manter esse porta retrato horroroso porque ganhei de presente. Então enlouqueci e simplesmente me desfiz de metade dos meus objetos pessoais (inclusive livros) e vivi meio como uma monja por uns 2 anos, sem comprar quase nada. Esse período foi mega importante pra compreender o que eu realmente usava, gostava, precisava! E fui aos poucos recomprando, refazendo meu armário, minha casa etc. E como foi difícil voltar a comprar, porque nada parecia valer a pena: o impacto emocional de pagar por algo, descobrir que não era o que eu gostava e depois ter que me desfazer daquilo era imenso! O auge desse processo foi ter feito o “conheça suas cores” no início desse ano. Hoje posso dizer que sou uma consumidora bem mais consciente (e bem menos pobre rsrsrs). Obrigada por suas reflexões maravilhosas!

  11. Mari comentou:

    Me desfiz de uns 5 ou 6 pares de sapato agora no final do ano que não usava, não tinham mais nada a ver comigo, mas que eu guardava por estarem em bom estado. Foi a melhor coisa, melhor deixar só o que realmente ama e gosta de usar.

  12. Mari comentou:

    Me desfiz de uns 5 ou 6 pares de sapato agora no final do ano que não usava, não tinham mais nada a ver comigo, mas que eu guardava por estarem em bom estado. Foi a melhor coisa, melhor deixar só o que realmente ama e gosta de usar.

  13. Mariana comentou:

    não relacionado com desfazer, mas com otimizar o espaço e ficar menos bagunça, vc já viu esse organizador aqui?
    https://www.lojastodacasa.com.br/produtos/organizador-para-calados-clink/?gclid=Cj0KCQiAxs3gBRDGARIsAO4tqq3VKYZXHzPL-1y895i-3ajb_HIY4X9AmtXMf6CxYaV0rBmKpM6c1rEaAox6EALw_wcB
    não serve pra salto mto alto, mas dá uma impressão melhor pra aqueles pares em q um pé fica guardado em cima do outro, fora q aí o de cima não amassa o de baixo (esse do link até parece melhor q o meu pq dá pra variar a altura)

    1. Ana Carolina respondeu Mariana

      simmm, vi numa cliente e adorei! Obrigada! 😀 Também acho q esse espaço não fica bem aproveitado nessa sapateira.

  14. Mariana comentou:

    não relacionado com desfazer, mas com otimizar o espaço e ficar menos bagunça, vc já viu esse organizador aqui?
    https://www.lojastodacasa.com.br/produtos/organizador-para-calados-clink/?gclid=Cj0KCQiAxs3gBRDGARIsAO4tqq3VKYZXHzPL-1y895i-3ajb_HIY4X9AmtXMf6CxYaV0rBmKpM6c1rEaAox6EALw_wcB
    não serve pra salto mto alto, mas dá uma impressão melhor pra aqueles pares em q um pé fica guardado em cima do outro, fora q aí o de cima não amassa o de baixo (esse do link até parece melhor q o meu pq dá pra variar a altura)

    1. Ana Carolina respondeu Mariana

      simmm, vi numa cliente e adorei! Obrigada! 😀 Também acho q esse espaço não fica bem aproveitado nessa sapateira.

  15. Ana, eu tenho pouquíssimo espaço para guardar sapatos, por isso eu acabo tendo poucos pares. Quando preciso comprar um novo, sempre me desfaço de um antigo… Mas no seu caso, como são muitos, acho que valeria o ponto primordial: esse sapato vai machucar meu pé? Se a resposta for SIM, já desapega. Se a resposta é NÃO, a pergunta que eu faria em seguida é: “Eu vou conseguir usar ele duas vezes em um mês?” se a resposta é NÃO, já desapega… E assim vai hahaha.. Comigo funcionou assim na mudança e agora só tenho sapatos que realmente uso muito.

  16. Ana, eu tenho pouquíssimo espaço para guardar sapatos, por isso eu acabo tendo poucos pares. Quando preciso comprar um novo, sempre me desfaço de um antigo… Mas no seu caso, como são muitos, acho que valeria o ponto primordial: esse sapato vai machucar meu pé? Se a resposta for SIM, já desapega. Se a resposta é NÃO, a pergunta que eu faria em seguida é: “Eu vou conseguir usar ele duas vezes em um mês?” se a resposta é NÃO, já desapega… E assim vai hahaha.. Comigo funcionou assim na mudança e agora só tenho sapatos que realmente uso muito.

  17. priscila zimmer comentou:

    Felizmente sapato é um negócio que não tenho problema de acúmulo. Gosto muito mais de roupas, acabo usando o mesmo all star todos os dias, que combinam com tudo, no meu estilo. 🙂

    1. priscila zimmer respondeu priscila zimmer

      Ah! mas super quero acompanhar esse processo de destralhe!

  18. priscila zimmer comentou:

    Felizmente sapato é um negócio que não tenho problema de acúmulo. Gosto muito mais de roupas, acabo usando o mesmo all star todos os dias, que combinam com tudo, no meu estilo. 🙂

    1. priscila zimmer respondeu priscila zimmer

      Ah! mas super quero acompanhar esse processo de destralhe!

  19. Danielle comentou:

    Também estou nesse processo de destralhamento. Você sabe onde posso descartar sapatos que não tem mais condição de uso? Tenho alguns nessa situação e não queria jogar no lixo. Sabe que algum processo de reciclagem/reutilização de material de calçados?

    1. Ana Carolina respondeu Danielle

      Não conheço, Dani! Vou perguntar nos stories e pesquisar, ver se tenho alguma luz, aí quero MUITO escrever um post aqui sobre o assunto!

  20. Danielle comentou:

    Também estou nesse processo de destralhamento. Você sabe onde posso descartar sapatos que não tem mais condição de uso? Tenho alguns nessa situação e não queria jogar no lixo. Sabe que algum processo de reciclagem/reutilização de material de calçados?

    1. Ana Carolina respondeu Danielle

      Não conheço, Dani! Vou perguntar nos stories e pesquisar, ver se tenho alguma luz, aí quero MUITO escrever um post aqui sobre o assunto!

  21. Marla comentou:

    Esse ano ainda comprei muitos calçados. Durante uma “limpa” resolvi reunir todos os calçados no chão, contar os pares e fazer um cálculo do que gastei com eles. Fiquei chocada!!!!
    Mas apesar de tantos calçados, o verão carioca é um grande problema pra mim, meu pé incha, o calor incomoda, tudo aperta e no final das contas praticamente 2 ou 3 calçados são usáveis.

    1. Ana Carolina respondeu Marla

      Fazer as contas impacta demais!

  22. Marla comentou:

    Esse ano ainda comprei muitos calçados. Durante uma “limpa” resolvi reunir todos os calçados no chão, contar os pares e fazer um cálculo do que gastei com eles. Fiquei chocada!!!!
    Mas apesar de tantos calçados, o verão carioca é um grande problema pra mim, meu pé incha, o calor incomoda, tudo aperta e no final das contas praticamente 2 ou 3 calçados são usáveis.

    1. Ana Carolina respondeu Marla

      Fazer as contas impacta demais!

  23. Naira comentou:

    Sobre o organizador de sapatos, me questiono: consumir mais para tentar organizar aquilo que o nosso consumo desenfreado já provocou?

    1. Ana Carolina respondeu Naira

      Verdade, Naira. Obrigada pela reflexão. No futuro eu quero nem mais ter sapateira!

  24. Naira comentou:

    Sobre o organizador de sapatos, me questiono: consumir mais para tentar organizar aquilo que o nosso consumo desenfreado já provocou?

    1. Ana Carolina respondeu Naira

      Verdade, Naira. Obrigada pela reflexão. No futuro eu quero nem mais ter sapateira!

  25. Renata comentou:

    Se eu tirar mais sapatos não sobra mais nada hahahahah no início de 2018 eu fiz uma limpa aqui no armário e restou apenas 7 sapatos de salto (que eu ainda acho muito) e oito mais baixos incluindo dois chinelos e o tênis de corrida.

  26. Renata comentou:

    Se eu tirar mais sapatos não sobra mais nada hahahahah no início de 2018 eu fiz uma limpa aqui no armário e restou apenas 7 sapatos de salto (que eu ainda acho muito) e oito mais baixos incluindo dois chinelos e o tênis de corrida.

  27. Ticiana comentou:

    Faço a “limpa do armário” no final de cada ano, mas, como em 2018 resolvi padronizar todos os cabides, esse processo foi gradual.

    Conclusão: revi meu guarda-roupa várias vezes!

    Doei algumas peças para minha mãe e irmã, mas vendi os sapatos num brechó, já que ninguém na família calça 34.

  28. Ticiana comentou:

    Faço a “limpa do armário” no final de cada ano, mas, como em 2018 resolvi padronizar todos os cabides, esse processo foi gradual.
    Conclusão: revi meu guarda-roupa várias vezes!
    Doei algumas peças para minha mãe e irmã, mas vendi os sapatos num brechó, já que ninguém na família calça 34.