Ep 20 Podcast Moda Pé no Chão: O vestir com variação de peso

Eu engordei 7kg e quase nenhuma roupa fecha. Quem passa por variação de peso já se massacra imediatamente com a cobrança em perder ou ganhar peso para voltar a caber nas roupas. Parece que é padrão sofrer e fazer sacrifícios para fechar o zíper da calça.
Mas o que fazer com muitas peças que eu amo, que me acompanham há anos, paradas no armário? Devo comprar tudo de novo? Guardar todas, ajustar ou já desapegar?

ana-macacao
Esse macacão veio de desapego, vou mandar ajustar porque ele está servindo bem!

Além de dicas para usar o que se tem e criar novo repertório, esse episódio quer que você se perceba com outra silhueta e fique bem com isso. Driblar cobranças de uma sociedade que exige um modelo de perfeição irreal é um ato corajoso. Mas estamos juntas para mudar esse olhar!
Dê play aqui para ouvir!

Podcasts são conteúdos em áudio, transmitidos pela internet através de apps. Aqui no Brasil já estamos ganhando mais adeptos nessa forma de comunicar conteúdo, que têm várias categorias, de humor a notícias.
Dá pra ouvir na academia, enquanto amamenta, lava a louça, a caminho do trabalho, durante uma viagem. Pausar, ouvir mais tarde, re-ouvir algum trecho. 🙂
Moda pé no chão traz periodicamente temas práticos para quem quer ser feliz com o que tem sem gastar muito, com convidados para discutirmos assuntos pertinentes sobre consumo consciente para todos os tamanhos, bolsos e idades. Para quem quer vestir-se de si mesma sem complicação, com ideias simples, dicas certeiras, críticas e opiniões sempre muito sinceras.
O episódio já está disponível nos aplicativos de podcast pra IOS e Android, como Spotify, Soundcloud, Apple Itunes, Castbox, Overcast, We Cast e muito mais! Procure no seu app de Podcasts ou de áudio!

Quem segue e compartilha está sempre sabendo quando sai ep novo e ainda dá força pra blogueira aqui!

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Comentários pelo blog

2 comentários

  1. Mari comentou:

    Oi Ana! Ouvi o podcast ontem!
    Na verdade há algumas semanas eu vi seus stories no instagram sobre o assunto e até trocamos algumas palavras – eu estou passando pelo mesmo momento.
    Do lado de cá não está sendo fácil, as vezes eu dou um passo pra frente e dois pra trás hahaha mas é um processo né, calma.
    Eu gosto do meu corpo como ele está, não vejo problemas em estar assim, tá tudo bem. É um problema não caber nas roupas, mas são só roupas, dá se um jeito. O problema mesmo é aquele sentimento de que a gente deve satisfação sobre o nosso corpo, de que é nossa obrigação nos mantermos magras, afinal isso é um “indicador de sucesso” e engordar significa “fracasso”.
    Já diriam os Beatles – help!
    Tem um blog que eu amo que fala sobre isso, o “Não sou exposição” conhece? As palavras da Paola volta e meia me ajudam a lembrar que ninguém precisa ser magra, linda, longilínea, sexy ou qualquer coisa do tipo pra existir. E que a gente se sentir bem no próprio corpo não deveria ser um privilégio de quem é magro. São construções lamentáveis que por mais que todo dia eu tente desconstruir, as vezes aparecem pra me dizer que não posso.
    Bom, graças a palavras como as suas, esse processo fica mais fácil.
    Obrigada por dividir seu trabalho com a gente, é sensacional 🙂

  2. Mari comentou:

    Oi Ana! Ouvi o podcast ontem!
    Na verdade há algumas semanas eu vi seus stories no instagram sobre o assunto e até trocamos algumas palavras – eu estou passando pelo mesmo momento.
    Do lado de cá não está sendo fácil, as vezes eu dou um passo pra frente e dois pra trás hahaha mas é um processo né, calma.
    Eu gosto do meu corpo como ele está, não vejo problemas em estar assim, tá tudo bem. É um problema não caber nas roupas, mas são só roupas, dá se um jeito. O problema mesmo é aquele sentimento de que a gente deve satisfação sobre o nosso corpo, de que é nossa obrigação nos mantermos magras, afinal isso é um “indicador de sucesso” e engordar significa “fracasso”.
    Já diriam os Beatles – help!
    Tem um blog que eu amo que fala sobre isso, o “Não sou exposição” conhece? As palavras da Paola volta e meia me ajudam a lembrar que ninguém precisa ser magra, linda, longilínea, sexy ou qualquer coisa do tipo pra existir. E que a gente se sentir bem no próprio corpo não deveria ser um privilégio de quem é magro. São construções lamentáveis que por mais que todo dia eu tente desconstruir, as vezes aparecem pra me dizer que não posso.
    Bom, graças a palavras como as suas, esse processo fica mais fácil.
    Obrigada por dividir seu trabalho com a gente, é sensacional 🙂