Ontem eu passei o dia praticamente todo dentro do shopping. Foi dia de levar a cliente de consultoria de estilo às lojas para experimentar tudo que foi conversado na teoria e perceber o que pode funcionar pra ela nessa nova etapa. Aí é aquela coisa, por mais que você vá com foc1234rabalho, sempre ficamos de olho numa coisa ou outra, hehe.
Fiz tudo em um bom tempo, sobraram 40 minutos esperando o horário marcado com a cliente e fui ver algumas coisas pra mim.
Entrei na Kate Spade, vi várias capinhas lindas de celular (a minha está péssima, toda ferrada, hahaha) e pensei “ah! Eu trabalho tanto, não vou esperar nenhuma capa chegar do Aliexpress, vou comprar uma bacana”. Aí perguntei o preço, 180 reais OUCH. Ok, é de ~marca, coisa e tal, mas meu impulso foi levar seduzida pela mensagem da loja, pelo meu último mês que não foi nem um pouco fácil. Mas eu resisti, afinal, não era artigo de primeira necessidade, né?
Depois passei na Zara e namorei um blazer com ombro marcadinho e um vestido preto lindos. Empolgada, fui ao provador, experimentei, serviram direitinho, aí andei em direção ao caixa…e travei. Até me desculpei com a moça que estava atrás, pedi que passasse minha frente. Matutei com os pés super pregados no chão, fiquei me perguntando pra que levaria um vestido mais chic se eu praticamente só saio pra boteco? Pra que mais um blazer se mal faz frio nessa cidade? Deixei cada peça em seu lugar e fui trabalhar, que era o melhor a se fazer, rs.
Hoje foi dia de conhecer o trabalho de uma osteopat1234uanto isso foi essencial para botar literalmente minha coluna nos eixos. Anos e anos de má postura e uma protusão na lombar me deixaram completamente torta e cheia de dores terríveis. A consulta não foi assim barata – 200 reais – mas com saúde eu não gosto de ser pão-dura. Uma hora depois, coluna e ossos devidamente alinhados, a sensação de alívio foi catártica e eu comecei a chorar.
Sempre tive que fazer escolhas: ou viajava ou casava. Ou comprava um computador novo ou um armário. Ou pago as contas ou compro roupas. E aí que a gente vê que algumas decisões são automáticas, compramos mais um vestido por puro cacoete de comprar quando na verdade já temos mais 20 no armário e deixamos de lado algumas coisas boas pra gente como foi tirar toneladas das costas, até num sentido poético dos meus problemas.
Outra coisa que eu vivia procrastinando e esquecia até perceber que não tinha mais dinheiro pra comprar era uma impressora. A minha antiga não conversa mais com meu Mac e deixei por um bom tempo de imprimir questionários que me ajudariam super no trabalho, fora outras coisas por simplesmente sair comprando mais um vestido, mais uma calça, mais um sapato…e não lembrar que minha vida não gira em torno de um guarda-roupa. Que estava causando uma deficiência nos meus projetos abrindo mão de uma ferramenta para arrematar mais uma calça estampada bacanuda.
Aí há algum tempo caiu a ficha que eu estava me deixando seduzir pelas ideias do blog, pelas possibilidades de comprar após semanas estressantes, pela empolgação de estar aperfeiçoando meu estilo e poder substituir aos poucos o que é mais ou menos por algo bem mais interessante.
Se eu não gastasse o que gastei há 2 meses, o que eu poderia comprar que está na lista de prioridades? Vejam bem, não que agora eu esteja proibida de comprar roupa, que estou arrependida, mas estou numa de mudar e assumir novas posturas, ter mais foco e perceber que tudo bem eu gostar de me arrumar, mas que a vida não é só isso. 🙂
Comprei:
– Uma saia – 50,00
– Uma calça – 110,00
– Duas blusas e uma calça de coleção da C&A = + ou – 440,00 parcelados em 3x (coleção do Francisco Costa que liquidou com tudo pela metade apenas 1 mês depois…)Total: 600 reais
O que eu poderia fazer com esse valor:
– pagar 3 sessões de tratamento da minha coluna
– pagar a inscrição do curso sobre malas inteligentes em SP
– guardar para uma viagem com o marido
– quitar quase 3 meses de pilates
– emoldurar alguns quadros pra casa (com muita sobra!)
– 6 idas ao Cachambeer (um dos melhores botecos da cidade!) com o marido e amigos!

Essa costelinha vale cada roupa que deixei de comprar, NHAM!
Na ponta do lápis as comprinhas inocentes renderiam um tanto de outras coisas tão ou mais importantes, vejam vocês. Não vou dizer que é fácil ponderar e ter esse tipo de iniciativa, mas perceber que podemos ter tantas opções além daquelas que acreditamos simplesmente economizando aqui e ali é maravilhoso. Mesmo que eu não precisasse fazer contas e escolhas, está tudo tão bizarramente caro que acho uma afronta aceitarmos tudo assim, sem buscarmos alternativas e eu estou cada vez mais empenhada em direcionar melhor meu dinheiro.
E você? O que você faria com o valor de mais uma roupa?
PS: Em tempo, estou lendo esse livro da série School of Life – Como se preocupar menos com dinheiro. Em breve farei uma resenha aqui 😉




Caramba Ana, é tão bom saber que atras da telinha existe uma “mulher normal”, com esses desejos de consumo, mas que decide colocar o pé no chão e claro incentivando outras a fazer o mesmo. Esse texto veio em ótima hora. Como teme esfriado no RJ já começo a pensar em comprar casacos e você, assim como eu , sabe que casaco no Brasil é caro pra chuchu, tô improvisando pra ver se uma amiga traz das gringas pra mim, quero uma bota montaria, meu trabalho é mais formal e acho que uma bota dessas pra trabalhar dar um up necessário e sempre foi um desejo de consumo total e por fim quero um suéter baratinho da riachuelo, porque acho chique colocar por cima de uma camisa com gola, maaaaaaaas, cadê dinheiro pra tudo isso? Camila tem que parar pra pensar que faz um curso na faculdade que exige duas línguas além da portuguesa, precisa rever que tá querendo trocar de celular e que tem um tratamento dentário pra acabar, dai fica essa de escolher, ou isso ou aquilo. Sem contar que eu sou alok dos presentes, amigos fazem aniversário e eu não consigo ficar sem comprar algo, nem que seja um brinquinho e lá se vai mais alguma coisa, preciso mesmo é ter foco nas minhas escolhas e decisões. Semana passada fui na C&A -que é a minha fast fashion preferida-, experimentei trocentas peças, mas consegui dizer não para todas elas, ontem na riachuelo e por ai vai. Até falei com a minha mãe, eu preciso de uns casaquinhos pra esse frio, mas a dó de pagar não tá dando, não quero chorar quando a fatura do cartão chegar. Enquanto isso, compro uma coisinha ali outra aqui de maquiagem porque né, uma secretária executiva não pode andar com cara de sono todo dia!
Beijos, beijos e amei esse post, acho que é o incentivo que eu precisava, repensar nas escolhas e decidir qual é a melhor!
Tô achando mais que demais os seus posts sobre consumo inteligente. Ana, comecei a organizar meus gastos em 2013 e, claro, não é nada fácil se controlar quando amamos roupas e sapatos.
Esse ano estou bem mais consciente e fico muito feliz quando vejo a conta do cartão super baixa! Sabe, dá uma diferença ENORME quando deixamos de comprar coisas que nem precisamos tanto assim (tipo o seu blazer, o seu vestido mais arrumado).
Hoje estive no shopping acompanhando minha mãe. Vi MUITA coisa que fiquei interessada, mas nem cheguei a experimentar porque pensava “não preciso, não preciso, não preciso!”.
Eu tb tenho problemas nas costas e meu foco nesse mês é comprar cadeiras novas e anatômicas. Elas não são baratas, mas é quase o valor de uma compra de roupas do mês.
Depois conta sobre esse livro que fiquei bem curiosa!
beijos
É pensando nisso que tenho evitado comprar em loja física. Comprando online, principalmente no Ali, eu posso pesquisar, comparar, salvar nos favoritos até que eu tenha absoluta certeza de que aquele valor não será usado para nada mais proveitoso, ou que aquela peça vale o investimento. Tem funcionado pra mim!
Aaah, que bom que procurou um terapeuta manual, nesse caso oesteopata! Eu te indiquei um quando se machucou no pilates, nos comentários.
Esses profissionais são tão pouco conhecidos e nos fazem um bem tããão grande. A indústria de antinflamatório estaria falida se todos conhecessem essa especialidade.
Pena que a própria classe médica desconhece, não indica.
Ainda bem que casei com um fisioterapeuta que conhece algumas técnicas. Meu personal-desempenador! hehehe
Boa sorte Ana, belo texto pra pensar!
Ana, vc e Thais Godinho resolveram arrasar nos posts nesse início de semana hein?
Eu ando pensando muito nessa coisa de “o q eu compraria com esse dinheiro” pois, como conversei com você por e-mail, chamei um amigo para nos ajudar a pensar nossas finanças (minha e do marido). Na verdade, se tornou ainda mais urgente ter você na minha vida pq tenho certeza de que fará milagres com seu olhar clínico no meu guarda-roupa… kkk Você tem me ajudado muito nos posts a aprender a comprar melhor, tenho pensado muito nas combinações e tipo de tecido antes de comprar e tb andei dando umas fuçadas no armário da minha tia chique e achei muita coisa bacana… peças antigas mas atuais, entende? Super bem cuidadas, q sempre foram lavadas à mão, o q fez com que eu me rendesse aos benefícios de uma boa bacia… kkk e ela amou poder repassar peças com história pra mim, cada camisa era uma época da vida dela q ela lembrava, foi um momento muito gostoso q passamos juntas… Você e Thais são minhas blogueiras favoritas, realistas, pés no chão, decididas, de bom gosto e com um coração imenso capaz de dividir com a gente tanta coisa boa… Você não escapa de mim, me aguarde! 😛 bjos
Sigo seu blog ha anos… um dos melhores posts, sem dúvida.
Super me identifiquei com o post!!!! No início do mês, dia primeiro mesmo, decidi não comprar nada para mim ou para revender no meu blog. Só que ontem a Farm colocou um vestido lindo (que eu já estava namorando desde o lançamento) no bazar online por 1/3 do valor!!! Parcelei em 5X sem juros kkk Pensei, será só este!!! Mas aí hoje, também no Bazar da Cantão online, uma bolsa de couro na cor que eu estava precisando apareceu também por 1/3 do valor… só que lá não deu para parcelar, porque a parcela mínima é de R$ 100,00 e a bolsa custou R$ 119,0. Concluí que eram oportunidades e que, certamente, não aparecerão todos os dias, já que eu acesso estes sites diariamente e nunca tinha visto estes produtos na promoção. Inclusive, eram peças únicas e, assim que comprei, saíram do site… Sabe o que fiz? Corri para meu guarda-roupa e separei quase todas as peças novas, com ou sem etiqueta, que já estavam a um tempinho comigo e eu não tinha usado ainda coloquei à venda no meu blog. Acho que mais vale ter uma bolsa dos meus sonhos(que eu pretendo usar muito)do que várias novas, com etiquetas, paradinhas a meses no guarda-roupas.Até casacos que comprei na última promo da FYI entraram na roda kkk
Acho que é isso, é preciso comprar com mais consciência e, quando comprarmos algo que “amamos”, podemos desapegar daqueles que não fazem mais nossos olhinhos brilharem.
bjssssss
Caramba Ana, é tão bom saber que atras da telinha existe uma “mulher normal”, com esses desejos de consumo, mas que decide colocar o pé no chão e claro incentivando outras a fazer o mesmo. Esse texto veio em ótima hora. Como teme esfriado no RJ já começo a pensar em comprar casacos e você, assim como eu , sabe que casaco no Brasil é caro pra chuchu, tô improvisando pra ver se uma amiga traz das gringas pra mim, quero uma bota montaria, meu trabalho é mais formal e acho que uma bota dessas pra trabalhar dar um up necessário e sempre foi um desejo de consumo total e por fim quero um suéter baratinho da riachuelo, porque acho chique colocar por cima de uma camisa com gola, maaaaaaaas, cadê dinheiro pra tudo isso? Camila tem que parar pra pensar que faz um curso na faculdade que exige duas línguas além da portuguesa, precisa rever que tá querendo trocar de celular e que tem um tratamento dentário pra acabar, dai fica essa de escolher, ou isso ou aquilo. Sem contar que eu sou alok dos presentes, amigos fazem aniversário e eu não consigo ficar sem comprar algo, nem que seja um brinquinho e lá se vai mais alguma coisa, preciso mesmo é ter foco nas minhas escolhas e decisões. Semana passada fui na C&A -que é a minha fast fashion preferida-, experimentei trocentas peças, mas consegui dizer não para todas elas, ontem na riachuelo e por ai vai. Até falei com a minha mãe, eu preciso de uns casaquinhos pra esse frio, mas a dó de pagar não tá dando, não quero chorar quando a fatura do cartão chegar. Enquanto isso, compro uma coisinha ali outra aqui de maquiagem porque né, uma secretária executiva não pode andar com cara de sono todo dia!
Beijos, beijos e amei esse post, acho que é o incentivo que eu precisava, repensar nas escolhas e decidir qual é a melhor!
Tô achando mais que demais os seus posts sobre consumo inteligente. Ana, comecei a organizar meus gastos em 2013 e, claro, não é nada fácil se controlar quando amamos roupas e sapatos.
Esse ano estou bem mais consciente e fico muito feliz quando vejo a conta do cartão super baixa! Sabe, dá uma diferença ENORME quando deixamos de comprar coisas que nem precisamos tanto assim (tipo o seu blazer, o seu vestido mais arrumado).
Hoje estive no shopping acompanhando minha mãe. Vi MUITA coisa que fiquei interessada, mas nem cheguei a experimentar porque pensava “não preciso, não preciso, não preciso!”.
Eu tb tenho problemas nas costas e meu foco nesse mês é comprar cadeiras novas e anatômicas. Elas não são baratas, mas é quase o valor de uma compra de roupas do mês.
Depois conta sobre esse livro que fiquei bem curiosa!
beijos
É pensando nisso que tenho evitado comprar em loja física. Comprando online, principalmente no Ali, eu posso pesquisar, comparar, salvar nos favoritos até que eu tenha absoluta certeza de que aquele valor não será usado para nada mais proveitoso, ou que aquela peça vale o investimento. Tem funcionado pra mim!
Aaah, que bom que procurou um terapeuta manual, nesse caso oesteopata! Eu te indiquei um quando se machucou no pilates, nos comentários.
Esses profissionais são tão pouco conhecidos e nos fazem um bem tããão grande. A indústria de antinflamatório estaria falida se todos conhecessem essa especialidade.
Pena que a própria classe médica desconhece, não indica.
Ainda bem que casei com um fisioterapeuta que conhece algumas técnicas. Meu personal-desempenador! hehehe
Boa sorte Ana, belo texto pra pensar!
Ana, vc e Thais Godinho resolveram arrasar nos posts nesse início de semana hein?
Eu ando pensando muito nessa coisa de “o q eu compraria com esse dinheiro” pois, como conversei com você por e-mail, chamei um amigo para nos ajudar a pensar nossas finanças (minha e do marido). Na verdade, se tornou ainda mais urgente ter você na minha vida pq tenho certeza de que fará milagres com seu olhar clínico no meu guarda-roupa… kkk Você tem me ajudado muito nos posts a aprender a comprar melhor, tenho pensado muito nas combinações e tipo de tecido antes de comprar e tb andei dando umas fuçadas no armário da minha tia chique e achei muita coisa bacana… peças antigas mas atuais, entende? Super bem cuidadas, q sempre foram lavadas à mão, o q fez com que eu me rendesse aos benefícios de uma boa bacia… kkk e ela amou poder repassar peças com história pra mim, cada camisa era uma época da vida dela q ela lembrava, foi um momento muito gostoso q passamos juntas… Você e Thais são minhas blogueiras favoritas, realistas, pés no chão, decididas, de bom gosto e com um coração imenso capaz de dividir com a gente tanta coisa boa… Você não escapa de mim, me aguarde! 😛 bjos
Oi Ana!
Eu quase sempre faço a mesma coisa que você fez na fila do caixa: eu pego a roupa, olho, as vezes experimento..e depois penso: mas eu já não tenho uma blusa bem parecida no armario? pra que mais um vestido se ainda tenho um novinho que nem usei? Acho que devo isso em grande parte a minha mãe…é lógico que dou minhas escorregadas (vide o vestido que citei e nunca usei rsrsrsr…) mas sou muito racional qdo se trata de gastar dinheiro com roupas, talvez se eu tivesse que trabalhar mais arrumada seria diferente (trabalho numa produção, com uniforme de peão rsrsrs..)Me permito comprar sim, mas sou bem consciente! 🙂
Vou te contar uma coisa…. Comecei esse processo de economizar em 2013… Até hoje tenho peças com etiquetas. Depois de quase 18 meses com foco conseguir comprar uma chácara pequena. Agora tô com o foco de fazer uma casa. Então irei permanecer nesta economia. E seu blog me ajuda a reinventar os looks. Adorei seu post. Bj
Oi, Ana! Sou leitora mais recente do blog e gosto muito desses posts sobre consumo consciente, e não é fácil mesmo. Estou saindo da minha área de formação e atuação profissional para ingressar na area de consultoria de moda e guardando cada centavo para fazer o curso de consultoria com as meninas do Oficina de Estilo, acho que vou fazer no início de 2015, queria fazer agora no 2º semestre, mas acho que ainda não é o momento, quero fazer e já começar a trabalhar na área, senão vai ser só um curso feito e eu não quero isso!! Estou lendo um livro dessa série: “como encontrar o emprego da sua vida” to no início, mas gostando muito e tendo cada vez mais certeza da minha escolha, apesar dos meus medos, e de novo como é difícil. Trabalho tanto em um emprego que gosto, mas não é aquele amor, sabe? Queria produzir mais, pesquisar nesta área, escrever um blog para expor minhas ideias, enfim… Acho importante este tipo de ponderação e cuidado, na verdade precisamos colocar nosso esforço, dedicação, din-din e amor onde realmente vamos sentir mais diferença na nossa vida, parabéns!!
Sigo seu blog ha anos… um dos melhores posts, sem dúvida.
Interessante acho que vou pesquisar sobre isso. Não é só minha coluna que esta troncha por causa das muletas (só em ter tirado uma já deu uma melhorada com RPG)!
Adorei o post! Eu compro basicamente nas liquidações de janeiro e julho, depois uns picados durante o ano. Trabalho em casa, acabo me arrumando mais quando saio. Abri um brecho virtual há uns 5 anos e percebi que tudo que compro porque o preço era imperdível, não uso e acabo vendendo (muito mais barato, lógico – dinheiro perdido do mesmo jeito). Aí comecei a comprar menos. Mas é difícil, né? Sinceramente, eu prefiro comprar uma roupa cara a 5 baratas na C&A. A gente pensa mais se quer mesmo se o preço é mais salgado. Com esse mundo de blogs ostentação, é difícil não querer ter alguma it coisa. Vc se veste tão bem, é super criativa. Força na peruca e compre sua impressora! Abc.
Ana, você é ótima!
Super me identifiquei com o post!!!! No início do mês, dia primeiro mesmo, decidi não comprar nada para mim ou para revender no meu blog. Só que ontem a Farm colocou um vestido lindo (que eu já estava namorando desde o lançamento) no bazar online por 1/3 do valor!!! Parcelei em 5X sem juros kkk Pensei, será só este!!! Mas aí hoje, também no Bazar da Cantão online, uma bolsa de couro na cor que eu estava precisando apareceu também por 1/3 do valor… só que lá não deu para parcelar, porque a parcela mínima é de R$ 100,00 e a bolsa custou R$ 119,0. Concluí que eram oportunidades e que, certamente, não aparecerão todos os dias, já que eu acesso estes sites diariamente e nunca tinha visto estes produtos na promoção. Inclusive, eram peças únicas e, assim que comprei, saíram do site… Sabe o que fiz? Corri para meu guarda-roupa e separei quase todas as peças novas, com ou sem etiqueta, que já estavam a um tempinho comigo e eu não tinha usado ainda coloquei à venda no meu blog. Acho que mais vale ter uma bolsa dos meus sonhos(que eu pretendo usar muito)do que várias novas, com etiquetas, paradinhas a meses no guarda-roupas.Até casacos que comprei na última promo da FYI entraram na roda kkk
Acho que é isso, é preciso comprar com mais consciência e, quando comprarmos algo que “amamos”, podemos desapegar daqueles que não fazem mais nossos olhinhos brilharem.
bjssssss
Ei ANA! Por causa do blog tenho pensado assim nos últimos meses. Tava indo muito bem até que tive um descontrole…agora to aqui toda apertada e sem poder fazer o que realmente importa..Sempre a mesma desculpa:trabalho tanto( e no me caso num trabalho que não gosto) que mereço essa roupa.E depois que compro tenho que trabalhar mais para pagar o que foi comprado né!Continuo buscando aqui inspiração para mudar essa situação e valorizar mais saídas com amigos, viagens com marido,momentos de diversão e descanso do que mais um sapato no armário!
Ah, faltou dizer que, por vias das dúvidas, pretendo não acessar as lojas virtuais nem da Farm, nem da Cantão até o final do mês kkkk
bjssssss
Manter um consumo consciente requer exercício mental diário!
Que post bacana, veio em ótima hora. Sou leitora “nova” e exploro cada dia um pouco o site!
Desde o fim do ano passado venho organizando as finanças e buscando um consumo mais consciente, seu site tem sido muitíssimo útil!!! O objetivo é uma viagem de 30 anos (ano que vem) e juntar também pro futuro casório (faltam ainda alguns anos!)…
Passei muito por isso de me “apaixonar” por uma coisa que de fato é linda, mas que simplesmente não tem a ver com a minha vida. Comprava pelo prazer de ter aquela fantasia… um horror. Um vestido ou sapato baphônico pra barzinho? Pra cinema? Num rola… melhor deixar pras blogueiras que tem muito lugar fashion pra usar!
Outra cilada mental é achar que é uma “oportunidade única”… geralmente isso ocorria em liquidação, quando eu levava muita coisa por impulso, sem a real necessidade. Hoje só considero a oportunidade imperdível se o item já estava na minha Lista de desejos por um tempo, for exatamente do jeito que eu queria e com preço ótimo. Se não, não levo. A Lista de desejos me ajuda a manter o foco e não comprar por impulso algo desnecessário. Se entro numa liqui, já sei “o que” deve atrair meu olhar e meu dinheiro, ao invés de me encantar com tu-do.
Tenho tido um olhar mais treinado, agora o desafio é desapegar, desentulhar o armário e aprender a ser feliz com menos coisas… difícil demais essa parte, porque eu me apego às coisas materiais, crio sentimentos, só me desfaço quando odeio mesmo… o Ó. Alguma sugestão de como fazer esse processo de desapego????
Parabéns pelo site, é uma moda inspiradora e inteligente (difícil de achar por aí…). Gosto muito também do da Talita Scoralick. Vocês duas não incentivam um consumo desenfreado, a reflexão é sempre muito proveitosa… Bjão!
Excelente post, Ana. Sou bem consumista e no início do ano estabeleci metas mas algumas não tenho conseguido cumprir mas continuo tentando. vc nos estimula muito quando escreve sobre consumo consciente!! bjs
Também tô nessa!
😉
Na verdade eu cansei pra valer disso de desejar…nunca tem fim.
Chega.
Vamos ser mais zen, né?!!
Adoro sapatos, mas um dia fiz uma lista das 10 coisas que mais gosto de fazer na vida e na maioria fico descalça (andar na areia da praia e ler um bom livro são exemplos). Pronto. Etapa resolvida.
Beijos.
Ana, acesso sempre o seu blog e nunca comentei em nada, mas achei que hoje o seu pensamento me fez pensar em muito mais do que consumo inteligente. Comecei a pensar que esse tipo de consumo pode se aplicar a qualquer coisa na vida. Temos que pensar sobre o nosso consumo, sobre o nosso modo de vida, sobre as amizades…Tudo para que a vida fique mais leve, e para que a gente se sinta bem. Por favor, continue postando seus pensamentos sobre isso!
Ah! sei que pode ser um pedido meio bobo, mas você faria algum post como “tour pelo meu guarda-roupa”? Eu ia gostar haha
Beijos
Ana, me senti tao triste dps d chegar do shopping e comprar mais uma sapatilha e valca estampada desnecessarias e ler o seu texto. Tb tenho problemas na coluna e fico adiando o tratamento p qnd “sobrar dinheiro”. Mas nao sobra pq gasto c futilidades. Preciso ficar uns 6 meses sem comprar NADA p a minha consciencia d consump se reequilibrar. Obrigada pela sinceridade d sempre.
Ana, tentando sempre economizar e nunca conseguindo, desta vez estou com foco em não comprar nada mesmo, até me conscientizar do que preciso ou não. Nesta onda estou iniciando regime “novamente”, para caber nas roupas antigas, e comecei a ler Eu compro sim, mas a culpa é dos hormônios. Muito interessante este livro, estou me identificando com várias situações. Tudo culpa da dopamina rsrsrs.
Bjs, tks por nos ajudar tanto.
Aninha, sua queri!!
Como fã de carteirinha que sou (daqueles que só começa a trabalhar depois de passar pelo site), concordo total e irrestritamente contigo!!
Eu e meu marido estamos reformando nossa casa e fazendo um “quiosque” pro churrasco com família e amigos no finde, e cada vez que me dá aquela vontade insuportável de comprar uma bota nova ou mais um casaco lembro que o valor é igual ao da parcela das cadeiras torneadas lindas que compramos, ou daquela cervejeira que estamos de olho. E estou achando ótimo, me acredite!!!
Obrigada por ser real e tão ao nosso alcance sempre!!!! Beijos meus!!!
Ana, que post inspirador! Quero mto ler este livro depois, to ansiosa pela resenha! 🙂
Tb estou tentando ficar longe do shopping e qdo vou, fujo da Zara…..Minha meta atual eh comprar somente uma bota de dia dos namorados p/ mim mesma e parar de comprar ate minha viagem a Espanha! Amei o post, é o que tenho pensado ultimamente mesmo! Bjs,
Ótimo texto Ana. Penso nisso todos os dias, mas a diferença é que gasto meu dinheiro com comida. Além de ter me feito mal [a saúde foi pro brejo e engordei quase 10kg], chego à metade do mês sem grana e sem ter comprado uma peça de roupa, que ando precisando.
Estou tentando mudar meus hábitos, mas nem sempre é fácil. Tento fazer um controle do meu dinheiro, mas quando vejo, já comi metade dele. hahahaha
mas é um exercício diário e difícil.
obrigada por compartilhar seu pensamento, inspira a gente.
beijos!
Oi Ana!
Adoro seus posts reflexivos! Mas não acho que devemos ser radicais. Vc, em 2 meses, foi super super contida. Claro que não devemos enfiar o pé na jaca, pois temos que valorizar o nosso rico dinheirinho. Mas também temos que pensar que a gente merece um agradinho, né? Claro, dentro dos limites da normalidade, hehe.
De qualquer maneira, admiro seu pensamento. Hoje em dia estou numa fase mais controlada, mas falta MUITO pra chegar no patamar “Ana”, hahaha!
Beijão!
esse post fala com todas nós, porque todas temos dificuldades de resistir aos apelos de comprar e se “presentear” um pouquinho. bateu fundo aqui porque estou planejando uma viagem de férias e ela com certeza vai ser “pior” porque eu podia ter economizado uma boa grana desde o início do ano se não tivesse torrado com besteira. menos dias fora porque resolvi comprar mais um vestido, mais um sapato, mais uma calça… dói, viu?
e como você me autorizou, publico aqui meu link do enjoei, pra quem se interessar em comprar coisas baratas (mas pensadas, hein! sem impulsos! hehehe): http://www.enjoei.com.br/natalia-gomes-soares. obrigada! 🙂
Super me identifiquei com esse post e espero até o final do ano ter juntando uma graninha pra dar entrada no meu apê.
Oi Ana! Tenho 21 anos não trabalho ainda,sou mega consumista, quero tudo que vejo pela frente. Minha mãe quem paga minhas contas com muito custo é claro! Confesso que até me emocionei com esse post, hoje em dia tudo está muito caro e a publicidade está com tudo em cima da gente (comprar , comprar ,comprar!), incrível como a gente se sente bem com algo novo,mas claro que é momentâneo, pois meu guarda-roupa está abarrotado de coisas lindas pra eu sair usando! Muito obrigada por compartilhar seus pensamentos conosco, foi de uma motivação imensa!beijos!!
Oi Lenise! Bacana ter tido essa percepção, sua mãe não precisa se sacrificar tanto pra te dar tudo, não é? Com certeza em breve vc vai começar a trabalhar e ver como às vezes algumas coisas são dificeis, inclusive dizer não pra filha amada 🙂 Um beijão
Oi Ana, meus parabéns pelo post!!! Nossa, é tão raro ver um blog que mostre alguém que curte moda, mas se questiona e propõe esse questionamento do consumo às suas leitoras.
Sempre fui pouco consumista, mas há alguns anos realmente tive um entendimento maior da minha postura. Peso muito na balança antes de fazer uma compra, curto namorar um produto e costumo fazer uma listinha de ítens que estou precisando pra não perder o foco.
Ser assim me tirou uma ansiedade e angústia em relação a comprar. Posso evitar os impulsos e com eles os inevitáveis arrependimentos. Hoje tenho certeza de que a angústia de uma compra com dúvida ou além do orçamento, é um milhão de vezes pior do que não ter o tal ítem no armário (que depois a gente ia até esquecer qual que era).
O aprimoramento da criatividade em buscar uma nova forma de compor um look com o que temos é excelente!
Fora que quanto mais você tira o foco das compras, mais sobra tempo e cabeça pra viver tanta coisa boa e simples da vida.
Acho que você fez uma ótima escolha! Eu que não sou boba,vou aproveitar a dica e conhecer o Cachambeer! 😉
Bjks!
Oi Ana, primeira vez que comento aqui… mas te acompanho diariamente e adoro teu estilo e teus textos… realmente se a gente pensasse um pouquinho mais racionalmente quando faz compras, compraria muito melhor… Bjokas aqui do sul pra ti.
Oi Mari! Que mundo pequeno: você não é casada com o Felipe Motta? Cara, a gente se formou juntos, hahahaha! Adoro o Felipe, adoro o trabalho da Petit Pois e nós somos vizinhas 😉 Beijão!
Natália, não se sinta mal, por isso, aproveite sua viagem da melhor maneira possível! 😉 beijos!
Que maravilha! 😉
Boa sorte Ana! Uma amiga começou a ir no Vigilantes não só para emagrecer mas para se alimentar melhor. E parece que quando tem um grupo de apoiando, a gente se sente mais confiante! 🙂 beijos!
Ai que delíciaaaaa, saudade desse churras do RS <3
vou procurar esse livro! 🙂
Meu quarto é mega escuro e pequeno, mas vou tentar, Mari! 😉
Rebecca, não se sinta triste, mas é bom perceber que algo nos tocou a ponto de pararmos e refletirmos. Não vá para os extremos se isso também te deixar mal, busque o caminho de meio 🙂 beijos!
né? toda semana é um must have, chega a enjoar!
Oi Ana!
Adoro seus posts reflexivos! Mas não acho que devemos ser radicais. Vc, em 2 meses, foi super super contida. Claro que não devemos enfiar o pé na jaca, pois temos que valorizar o nosso rico dinheirinho. Mas também temos que pensar que a gente merece um agradinho, né? Claro, dentro dos limites da normalidade, hehe.
De qualquer maneira, admiro seu pensamento. Hoje em dia estou numa fase mais controlada, mas falta MUITO pra chegar no patamar “Ana”, hahaha!
Beijão!
Paula, desapego é um processo mesmo, comece aos poucos: separe o que está desgastado ou poído, aquela roupa que se vc vestir vai te deixar constrangida…
depois você pode pensar em alguma campanha do agasalho da sua cidade e perceber que tem casacos parados no armário que podem esquentar alguém nesse inverno 🙂
aí um tempo depois, uma reflexão mais fria e calculista: se não usei isso nos dois anos que comprei, não vou usar agora. Eu mereço ter só o que eu amo no armário e o que facilita minha vida!
Boa sorte! bjs
ah, nem fui Radical msm, Rê! Duas compras daí foram excelentes. Mas me referi a essas da zara e kate spade que eu ia fazer sem necessidade 🙂 Beijos!
Oi, Ana! Achei o post maravilhoso, é bem como eu estou tentando seguir mesmo. A School Of Life tem vários outros livros super legais, vale a pena conferir!
Falando em menos ser mais, venho perguntar quais lojas você tem achado legais ultimamente. Tenho tentado comprar menos e estou tentando abrir a cabeça para pensar que vale a pena gastar um pouco mais em troca da qualidade. O problema é que os valores estão absurdos e não condizem com a qualidade!
Tenho roupas da Farm que eu namorei por muito tempo, mas que depois da segunda lavagem já soltaram fio, furaram… =(
Eu tô numa onda contrária. Passei muito tempo comprando roupas e sapatos baratinhos e de baixa qualidade, sempre deixava de comprar mais um sapato p usar no trabalho esperando uma promoção, enquanto isso, as coisas que tinha foram se acabando e cheguei ao ponto de ter duas calças para trabalhar. Pensei e repensei, reformulei gastos com lanches, coisas baratas que se acabavam rápido demais, gastos com presentes para os outros e com coisas inúteis, tipo mais um lenço para engavetar, passei a me presentear, estou remontando meu armário com roupas que eu realmente goste, confortáveis e de boa qualidade,
Oi Ana.
Acompanho seu blog diariamente! Desde que surgiu como uma opção para o “Hoje vou assim”, da Cris Guerra, acompanho o seu por trazer looks acessíveis e dentro da realidade da maioria…rsrs
É a primeira vez que comento. Estou adorando seus posts e tem me incentivado muito ao consumo consciente… Gasto muito com roupas e sapatos, mas venho tentando mudar. Ano passado, fiz grandes economias ao cortar essas comprinhas e consegui viajar para Europa por 12 dias (Paris, Berlim e Praga)…isso mesmo!! Durante meses fiquei sem comprar nada. Só entrou no meu armário itens ganhados (mamis não falha e sempre me dava alguma coisa que sabia que eu precisava). O que me ajudou muito foi evitar ir ao shopping… Vivo namorando itens em lojas online, sempre coloco no cesto de compras, mas eles não saem de lá… Penso, penso e logo desisto da compra.
Nesses últimos meses andei exagerando. Seu post foi o incentivo que me faltava para entrar nos eixos novamente, pois ano que vem pretendo voltar à Alemanha por alguns dias… então, vale a economia, não é mesmo?!
Bjos e parabéns pelo trabalho!
Helena, gostava da finada maria bonita extra (agora cato peças dela mais em conta no Enjoei, assim como de marcas como Huis Clos, Maria Garcia, Isabela Capeto, Ronaldo Fraga). A Leeloo ainda mantém um bom acabamento das peças, assim como Wasabi, Ave Maria. Fora do Estado eu amo Coven! Estou procurando mais marcas fora do circuito de shopping…são mais caras, mas na liqui ou em brechós online, rola comprar! 🙂
Primeiramente vi você em Ipanema semana passada, estava no horário de almoço.
Estou dividindo muito esse momento com você. Eu cheguei a fazer divida por não controlar meus impulsos e agora tentando me reorganizar, vi que não precisava mais de mais roupa. Paro e penso sempre se preciso ou não daquilo. Vivemos em um país (não é o único) onde o consumismo é pregado em cada outdoor, ainda mais trabalhando em Ipanema, e com tantos blogs e coisas bacanudas, e dificil não se seduzir.
Parabéns!!! Seu texto serviu de inspiração para a fase que estou vivendo. Existe um texto que diz ” onde está seu ouro, ali está seu coração.” Acho que é bem por aí. Gastamos com que amamos. Acho que gasto muito compras e me envenvergonho do fato de “amar” roupas. Me envergonho pq considero fútil. Vivemos num sistema de valores extremamente superficial que privilegia o ter em detrimento do ser e as aparências em detrimento da escencia. Acho que a preocupação exagerada com a aparência é um reflexo dessa mentalidade. Por isso to numa vibe de desintoxicação. To tentando consumir menos e aprender a me sentir feliz com coisas menos futeis. Muito obrigado por nos ajudar a encontrar o equilibrio. Bjs
Força, Ana Clara!!! bjs
Excelente texto, Ana! O difícil é conseguir fazer isso!
Mas acho que ontem passei no teste (quase): estava esperando um resultado importante e já estava com uma aba aberta em uma loja de sapatos, pensando “se eu conseguir, eu compro! Afinal, mereço!”. O resultado foi positivo, eu namorei mais um pouco os sapatos (eram 2), mas resisti e fechei as abas. 🙁 Fiquei até orgulhosa de mim!
Tudo bem, comprei depois uma legging no Aliexpress, mas foi menos de 10 reais e era necessidade pro pilates. hehehe
Bjinho
Me identifiquei demais com o seu post. Sempre amei moda e quando eu era mais nova, não tinha grana pra acompanhar as tendências. O tempo passou, a grana começou a entrar a eu comecei comprar nas minhas lojas do coração, na FARM principalmente. Dei uma segurada na época que estava organizando meu casamento, mas depois comprei o mundo. Um belo dia eu quebrei o armário. Meu marido é o cara mais compreensivo e parceiro do mundo, mas nesse dia ele ficou muito irritado, com razão. E esse excesso me fez avaliar melhor a minha relação com o consumo. Antes só importava se eu teria grana pra pagar. Hoje eu penso que a quantidade está fazendo de cada roupa que eu compro apenas mais uma no meu armário. Cheguei ao absurdo de ter 40 saias. Ninguém precisa de 40 saias. Com isso, há 45 dias eu comecei um projeto, “180 dias sem compras”. As únicas exceções serão as coisas verdadeiramente necessárias, tipo uma meia calça, pra enfrentar esse friozinho que está começando a aparecer no Rio. Pra dificultar um pouco mais o projeto, me comprometi a usar as peças encalhadas do armário. E tô morrendo de vontade de criar um blog pra mostrar o resultado. Acho que consigo passar pelo menos 6 meses sem repetir combinações 😉
Adoro o seu blog. Beijos
Então venha, queri!!!!!
Beijos!!
Isso mesmo, Ana! Já penso e ajo assim há muito tempo!
Adoro sua capacidade e sua disposição de reavaliar tudo e dar novos rumos às suas ecolhas!
Continue assim, menina!
Beijo!
Me identifiquei demais com o seu post. Sempre amei moda e quando eu era mais nova, não tinha grana pra acompanhar as tendências. O tempo passou, a grana começou a entrar a eu comecei comprar nas minhas lojas do coração, na FARM principalmente. Dei uma segurada na época que estava organizando meu casamento, mas depois comprei o mundo. Um belo dia eu quebrei o armário. Meu marido é o cara mais compreensivo e parceiro do mundo, mas nesse dia ele ficou muito irritado, com razão. E esse excesso me fez avaliar melhor a minha relação com o consumo. Antes só importava se eu teria grana pra pagar. Hoje eu penso que a quantidade está fazendo de cada roupa que eu compro apenas mais uma no meu armário. Cheguei ao absurdo de ter 40 saias. Ninguém precisa de 40 saias. Com isso, há 45 dias eu comecei um projeto, “180 dias sem compras”. As únicas exceções serão as coisas verdadeiramente necessárias, tipo uma meia calça, pra enfrentar esse friozinho que está começando a aparecer no Rio. Pra dificultar um pouco mais o projeto, me comprometi a usar as peças encalhadas do armário. E tô morrendo de vontade de criar um blog pra mostrar o resultado. Acho que consigo passar pelo menos 6 meses sem repetir combinações 😉
Adoro o seu blog. Beijos
Isso mesmo, Ana! Já penso e ajo assim há muito tempo!
Adoro sua capacidade e sua disposição de reavaliar tudo e dar novos rumos às suas ecolhas!
Continue assim, menina!
Beijo!
Engraçado que hoje mesmo fui ao banco pagar minhas contas, já que estou nos meus últimos dias de férias estou andando mais pelo bairro. Ontem vi uma bolsa linda que custava 150 reais, mas meu pagamento só caia hoje e não comprei. Hoje após o banco já estava me encaminhando para a loja quando pensei: domingo preciso dar vacina nos meus dois gatos, e não sei quanto vai ser isso. Mas será que esses 150 reais não são mais bem empregados com eles do que com mais uma bolsa no armário? Estão me “sobrando” hoje, mas podem me faltar depois. Dei meia volta e fui pra casa, sem bolsa nova mas com uma recepção linda dos meus filhotes. Quem sabe no fim do mês, após tudo pago e sem sufoco, a bolsa pode vir morar aqui 🙂
Há exatos 09 meses venho pensado muito nisso. Estou há 9 meses sem comprar e me sinto tão livre e leve pra ser quem eu sou! Uso melhor as roupas que tenho no guarda roupa, mesmo sem comprar estou dando muita coisa que anda parada por aqui e a cada dia quero viver com o mínimo possível! Já gosto muito da moda minimalista e estou focada em, assim que meu projeto de um ano sem compras terminar, reorganizar o guarda roupa fazendo um curso com as meninas do Oficina de Estilo, que tanto gosto.
percebo que da pra fazer MUITA coisa melhor do que simplesmente gastar o dinheiro numa loja por impulso! Muitas vezes saimos sem precisar de nada e nos sentimos tentados a comprar só pra não voltar pra casa de mãos abanando. Muito doido isso, né? O ponto é, como você mesmo disse, perceber que embora gostemos de moda, não é em torno disso que nossa vida gira. Uma blusa a menos pode significar muito mais felicidade na nossa vida.
Beijos!
Engraçado que hoje mesmo fui ao banco pagar minhas contas, já que estou nos meus últimos dias de férias estou andando mais pelo bairro. Ontem vi uma bolsa linda que custava 150 reais, mas meu pagamento só caia hoje e não comprei. Hoje após o banco já estava me encaminhando para a loja quando pensei: domingo preciso dar vacina nos meus dois gatos, e não sei quanto vai ser isso. Mas será que esses 150 reais não são mais bem empregados com eles do que com mais uma bolsa no armário? Estão me “sobrando” hoje, mas podem me faltar depois. Dei meia volta e fui pra casa, sem bolsa nova mas com uma recepção linda dos meus filhotes. Quem sabe no fim do mês, após tudo pago e sem sufoco, a bolsa pode vir morar aqui 🙂
Olá, estou sempre acompanhando seu blog, porém nunca me “manifestei”, e agora lendo este post me deu uma vontade de relatar o que ocorre comigo, que na verdade acho que é exatamente o oposto que ocorre com a maioria das pessoas… Eu não consigo comprar (principalmente roupas, acessórios e etc), mesmo sabendo que preciso!! é muito difícil pra mim entrar numa loja e sair de lá com um sacola (por menor que seja), me sinto culpada, e depois tento compensar essa compra me privando de algo… o problema é que tenho vontade de me arrumar mais, de investir no meu marketing pessoal e as vezes sinto que isso esta sendo necessário pra mim pois minha imagem esta aquém do que sou e até mesmo do meu cargo! Não atribuo isso “pão durisse”, pq eu me sinto muito bem em comprar presentes pras pessoas e ajuda-las (isso já até causou algumas brigas em casa, pois não consigo comprar pra mim, enquanto pra os outros…), acredito que este comportamento seja pelo fato de no passado (na adolescência) ter passado por severa dificuldade financeira, e tive que passar com muito pouco, nem comprava roupas (passava apesar de doações), porém agora me encontro numa situação financeira bem favorável (até com sobra), com emprego estável, curso superior (ou seja estabilizada)e toda vez que tento ir as compras e uma “labuta”, já fiz reservas de montantes para investir em mim e não consigo gasta-las… desculpe o desabafo, mas gostaria de uma opinião, ou de uma dica, pois venho me sentindo desanimada!!
Olá, estou sempre acompanhando seu blog, porém nunca me “manifestei”, e agora lendo este post me deu uma vontade de relatar o que ocorre comigo, que na verdade acho que é exatamente o oposto que ocorre com a maioria das pessoas… Eu não consigo comprar (principalmente roupas, acessórios e etc), mesmo sabendo que preciso!! é muito difícil pra mim entrar numa loja e sair de lá com um sacola (por menor que seja), me sinto culpada, e depois tento compensar essa compra me privando de algo… o problema é que tenho vontade de me arrumar mais, de investir no meu marketing pessoal e as vezes sinto que isso esta sendo necessário pra mim pois minha imagem esta aquém do que sou e até mesmo do meu cargo! Não atribuo isso “pão durisse”, pq eu me sinto muito bem em comprar presentes pras pessoas e ajuda-las (isso já até causou algumas brigas em casa, pois não consigo comprar pra mim, enquanto pra os outros…), acredito que este comportamento seja pelo fato de no passado (na adolescência) ter passado por severa dificuldade financeira, e tive que passar com muito pouco, nem comprava roupas (passava apesar de doações), porém agora me encontro numa situação financeira bem favorável (até com sobra), com emprego estável, curso superior (ou seja estabilizada)e toda vez que tento ir as compras e uma “labuta”, já fiz reservas de montantes para investir em mim e não consigo gasta-las… desculpe o desabafo, mas gostaria de uma opinião, ou de uma dica, pois venho me sentindo desanimada!!
Ana, adorei a reflexão! Tenho pensado isso muito nos últimos meses!!
Eu estava gastando muito dinheiro sem necessidade, com sapatinhos bonitos, vestididinhos em promoção etc. Tudo com sempre me convencendo que trabalho muito, mereço e estou redescobrindo meu estilo. Pois bem, mas acontece que estou noiva e começando a pesquisar pro casório, vi que o mundo é muuuuito caro!!!!
E agora, consegui completar dois meses sem comprar coisas banais, sem olhar vitrines pensando já em entrar e comprar. Olho uma etiqueta e penso “esses 100 reais poderiam ir pra poupança do casamento…” e reaprendi minhas prioridades!
Não que eu esteja proibida de comprar, mas dinheiro não nasce em árvore. Não nasci em berço de ouro e tenho que fazer escolhas. No momento quero um casamento feliz com uma bela decoração, bom fotógrafo, boa comida etc. E mesmo sem luxo, tenho que suar pra isso td! Então, pq comprar mais coisas se não preciso?
Adorei seu texto, adoro seu blog e adoro vc!!!! Te admiro muito!!!!
Beijos!!!
Que bom contribuir com seu casamento de certa forma, Natália! É esse o pensamento 🙂 beijos!
Que post maravilhoso! Foi uma delícia a leitura pois também estou nessa fase de (tentar) gastar mais consciente. Ótima a mensagem do cartazete, me fez refletir, vou pegar pra mim!
Até ano passado andei gastando horrores na Farm, mas esse ano me propus a reduzir drasticamente esse vício e até agora consegui comprar somente 2 calças jeans, mas ainda sofro diariamente com as tentações haha!
Tão bom trocar as compras desenfreadas por jantares no restaurante preferido, por novas coisas para a casa ou uma viagem de finde.
Quando vier para São Paulo, recomendo uma quiropraxista excelente que também é osteopata e fisioterapeuta, o nome dela é Carmem, fica no Carrão (zona leste), meio longinho da Paulista, mas que vale a viagem porque é uma profissional de mão cheia e uma pessoa incrível. Ela foi minha professora de Quiropraxia no Senac e eu sou fã dela. A sessão é super em conta (R$ 80) pois ela se preocupa em atender o maior número de pessoas possíveis.
BeijãO!
Que post maravilhoso! Foi uma delícia a leitura pois também estou nessa fase de (tentar) gastar mais consciente. Ótima a mensagem do cartazete, me fez refletir, vou pegar pra mim!
Até ano passado andei gastando horrores na Farm, mas esse ano me propus a reduzir drasticamente esse vício e até agora consegui comprar somente 2 calças jeans, mas ainda sofro diariamente com as tentações haha!
Tão bom trocar as compras desenfreadas por jantares no restaurante preferido, por novas coisas para a casa ou uma viagem de finde.
Quando vier para São Paulo, recomendo uma quiropraxista excelente que também é osteopata e fisioterapeuta, o nome dela é Carmem, fica no Carrão (zona leste), meio longinho da Paulista, mas que vale a viagem porque é uma profissional de mão cheia e uma pessoa incrível. Ela foi minha professora de Quiropraxia no Senac e eu sou fã dela. A sessão é super em conta (R$ 80) pois ela se preocupa em atender o maior número de pessoas possíveis.
BeijãO!
que legal Debora! Depois me passa o contato dela por email? hojevouassimoff@gmail.com Obrigada! Bjs! 😉
que legal Debora! Depois me passa o contato dela por email? hojevouassimoff@gmail.com Obrigada! Bjs! 😉
Oi Ana,
Acho que a sociedade tem que parar com esse sentimento de culpa. Se o gasto (roupa, restaurante, beleza, livros) te der prazer tem que ir sem arrependimentos, tudo é uma balança. Separa a grana da poupança, a das despesas, aquela outra da viagem… e o que restar gaste cm o que quiser. ninguém é obrigado a querer viajar ou ter um carro zero. Cada um decide a maneira de viver. Amo seu blog….. Bisous Mila
Oi Mila! Nem é sentimento de culpa – mas ponderar. Como eu disse, não tenho sobrando pra gastar com viagem, roupa e etc, hehe. Então não é parar de comprar o que gosta, mas ponderar se preciso de mais um vestido, se já tenho 20, sabe? E aí nunca ter dinheiro pra viajar, comprar o que precisa pra casa…conta simples, de transferência de prioridades! 🙂
Ana, obrigada pela resposta! Vou colocar em prática isso!
Olha o plágio descarado deste post, Ana:
http://elisacardehari.blogspot.com.br/2014/11/black-friday-gastar-por-impulso-ou-dar.html
Me ajude a denunciar ao Google e tirar o site dessa plagiadora do ar!
Olha o plágio descarado deste post, Ana:
http://elisacardehari.blogspot.com.br/2014/11/black-friday-gastar-por-impulso-ou-dar.html
Me ajude a denunciar ao Google e tirar o site dessa plagiadora do ar!
Ah, faltou dizer que, por vias das dúvidas, pretendo não acessar as lojas virtuais nem da Farm, nem da Cantão até o final do mês kkkk
bjssssss
Interessante acho que vou pesquisar sobre isso. Não é só minha coluna que esta troncha por causa das muletas (só em ter tirado uma já deu uma melhorada com RPG)!