{pensamento do dia} Você não é mais off

Há um tempo leio alguns comentários de leitoras queridas falando sobre eu estar “menos off”. Fiquei matutando muito sobre o assunto, repensando algumas coisas, revendo ideias. Achei interessante então compartilhar sobre meu pensamento e algumas posturas que adotei em 6 anos de blog (dos 28 aos 35 anos)! Acho que serei repetitiva, me perdoem se for esse o caso! 😉

Eu sempre gostei de ir além do que meu bolso e minha realidade permitiam. Não, não no sentido de sonhar super alto, fazer dívidas e ser besta, haha, mas buscava alternativas para me expressar através das roupas que coubessem na minha mesada de 50 reais por mês. Aos 18 anos eu ganhava 50 reais da vó e conseguia me virar com isso, não é terrível pensar o quanto está tudo um assombro de caro? Ok, isso tem 17 anos, rs, mas mesmo assim ainda fico assustada com o rumo da prosa.

Adolescente, braaaanca que nem cera, super-mega-magra e dentuça, eu queria chamar atenção de alguma forma positiva. Queria que olhassem pra mim e vissem uma pessoa interessante! E quando entrei na faculdade, percebi nas pessoas o estilo que tanto busquei, mas no subúrbio carioca eu não sabia onde. Ipanema e Copacabana surgiram na minha vida e, com suas lojas off, eu pude finalmente ter o estilo que tanto sonhei. 🙂

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“Coisas grandiosas são feitas por uma série de pequenas coisas reunidas

As referências da minha vida sempre foram minha vó e minha mãe, que se viravam com o que tinham e sabiam fazer isso com maestria. Vovó trabalhava fora e costurava as roupas das filhas, que andavam sempre impecáveis. 🙂

Aí com isso na cabeça, euzinha, vestindo blusa e sainha de malha super simples, entrava em lojas de super grifes com um único objetivo: catar araras off. E assim eu pescava peças incríveis do Jum Nakao e Herchcovitch por menos de 50 reais, conseguia muitas coisas na saudosa Yes, Brazil, Cantão, Oh, Boy, Shop 126…claro que eu praticamente nunca escolhia algo que eu desejasse do fundo do coração, era tipo “Bom, é isso que temos. O que, nesse universo, é bacana e serve em mim?”. Naquela época a gente incrivelmente conseguia roupas por 10, 20, no máximo 45 reais, acreditem!

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Comprando biquini Lenny em bazar da marca mais barato que na coleção para a C&A

Complementava os achados na C&A, que sempre esconde mega ofertas (até hoje!) por 9 reais e nas lojinhas de Copacabana, como uma saia preta mais compridinha e com fenda lateral que arrematei por 8 reais. 🙂 Em eventos de moda alternativa, como o Mercado Mundo Mix, eu conseguia peças com defeito por 5 (!!!!!) reais! Poucas vezes algo me deixava super apaixonada a ponto de ligar pra minha vó e pedir licença pra usar o cartão de crédito que ela tinha me dado. Acho que só fiz isso umas 3 vezes. 🙂

Aí me formei, comecei a trabalhar muito na área, fazer freelas de madrugada e nos finais de semana, tudo pra conseguir pagar meus cursos, meu aparelho, plano de saúde, essas coisas. Saí de casa e comprei a maioria dos móveis que tenho até hoje. Durante muito tempo eu carreguei algumas privações que eu tinha na época que meus pais passaram muito aperto e jamais exigi nem um presente de aniversário deles. Foi mágico o dia em que passei no supermercado e vi que eu poderia pagar por uma caixa de bombons mais cara, que era um luxo que eu poderia me permitir!

Parece história triste, rs, mas tenho muito orgulho do quanto aprendi a me virar sozinha, a dar valor às minhas conquistas, correr atrás arregaçando as mangas sem medo e, principalmente, me permitir algumas coisas.

Eu até hoje tenho alguns limites estipulados na minha cabeça. Vestidos não poderiam custar mais de 100 reais. Camisas então? No máximo 70,00. E esses valores eram o meu limite do caro!

Com os frutos colhidos do trabalho eu pude me permitir comprar algumas coisas que eu queria mesmo – e não apenas me contentar com o que estava nas araras de descontos. O limite imaginário aumentou um pouco, mas sempre mantendo o limite do meu saldo e da minha consciência. Imagina, pagar muito caro em roupa? Tenho outros sonhos, rs.

Depois que fiz 30 anos, percebi naturalmente que a blusinha de costura torta de 4 reais já deixava o visual despojado demais para a mulher que ia a reuniões em empresas grandes e precisava vender seu peixe. Não é questão de enriquecer ou querer aparentar algo, mas se adequar ao serviço e ao ambiente. E agora, o que fazer?

Com a experiência diária do blog e lendo outros, fui vendo que eu precisava focar em ter menos e comprar melhor, de forma assertiva. Se eu tinha pouco dinheiro, ele deveria ser investido no certo, não no duvidoso! Antes eu comprava por comprar. Ai, blusinha de 10 reais? Vamos comprar, tá barato! Não, gente. Blusa de malha infelizmente não vai a uma festa ou reunião. 🙁

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Com o tempo fui criando novos critérios. Quem acompanha o blog desde o início, via que eu era moleca demais: usava all star encardido (AHAHAH), sem um pingo de maquiagem e misturas doidas. Aprendi a economizar, sem esse cacoete de comprar mil coisas baratinhas. Criei listas de prioridades (quem aqui lembra do post dos básicos que eu não tinha?), tracei objetivos a curto e a longo prazo, percebi a importância de ter uma base sólida no armário, com peças que são clássicas, para poder mesclar com meus achados mega baratinhos.

Para não gastar com o que não preciso ou já tenho, mais critérios: viro a roupa do avesso, percebo acabamento, olho a etiqueta de composição (pra que 30 blusas de poliéster se não dá pra usar no calor do Rio?). E isso tanto em loja “de marca” que muitas vezes não usa bons tecidos e não dá um bom acabamento às peças, quanto às fast fashions.

“Eu preciso? Vou usar? Combina com o que eu já tenho? Onde foi produzida? Pra que mais um vestido se já tenho vários?” Virei a questionadora, a pessoa que só compra se o olho brilhar, que pensa vinte vezes.

Não fiquei infalível: já me vi passando o cartão em algo que não valia o preço. Já comprei por modinha. Mas tudo é treino, é um exercício pra gente parar, pensar e ser cada vez mais criteriosa. É o nosso dinheiro em jogo, fruto do nosso trabalho suado, seja por 20 ou 300 reais!

Aprendi a fazer a conta do custo x benefício: quantas vezes vou usar essa peça? Ela vestiu bem? Vai fazer diferença nos meus looks? É datada ou atemporal?

jaqueta-jeans-levis-2
Todo mundo conhece a história dessa jaqueta: desde a lista de investimentos que fariam a diferença, desejada, buscada e arrematada por 85 reais em sites de vendas de segunda mão. 🙂

E aí, através do planejamento, comecei a investir em peças mais bacanas pro meu guarda-roupa. E aprendi também que eu posso me permitir quando for assim: trabalhei tantos finais de semana, hoje quero ter algum luxo, por menor que seja, para me permitir depois de tanto suor e privação. 🙂 Mas sempre mantendo meu limite, porque aqui ninguém enlouqueceu, HAHAHAHA!

E um orgulho danado que tenho é que muitas mensagens que recebo atualmente se referem ao blog como um blog sobre consumo consciente. É isso, gente! O valor, em si, vale e conta, mas não se formar uma pilha de roupa sem uso no armário. É investir mal o dinheiro de qualquer maneira. Assim como marcas não querem dizer nada, absolutamente nada. A gente é mais, muito mais do que uma etiqueta costurada numa roupa!

Não fiquei rica, preciso pensar muito antes de gastar, economizo pra poder viajar e ter algo, mas sou mega feliz assim. E feliz com minha evolução, tanto no guarda-roupa quanto no meu vestir, no meu pensamento e atitudes. Espero cada vez mais melhorar, desapegar mais do que não uso, não ter tanto no guarda-roupa, ser feliz com o que tenho e poder levar essa mensagem sempre aqui no blog. <3

Se eu consegui e consigo diariamente, vocês também conseguem. Tenho absoluta certeza que somos merecedoras do que vier de melhor pras nossas vidas! 🙂

Compartilho nesse espaço diariamente a minha vida, experiência pessoal e quero dizer que aprendi demais com vocês. Espero sempre essa troca pra direcioná-lo também no que vocês gostariam de ver, mas sendo fiel ao que eu acredito e me deixa feliz: eu faço sempre o meu melhor com os recursos que eu tenho! 😀

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Comentários pelo blog

61 comentários

  1. Tamy comentou:

    clap clap clap

    Me identifico muito com a sua história e esta evolução do simples off para o consumo consciente é visível. Sem sempre comprar bem é pagar super barato. Nem sempre o barato é do bem.

    Adorei o texto e estou amando esta nova fase.

    Sucesso amiga!

    bjs

  2. Perfeito, Ana.
    Todo mundo amadurece com o tempo e o blog também amadureceu junto com você. Isso não quer dizer que as camisetas de malha e os tênis não vão mais dar as caras por aqui, mas que outras coisas surgiram para agregar valor ao seu armário e ao seu estilo. Se custou 10 ou 100 reais, não é tão importante; relevante mesmo é se a compra foi pensada, refletida, se a peça valeu o custo, se vai ser bem usada e trazer alegria pro vestir.
    Se foi algo mais caro, que tenha sido de bom acabamento, de bom tecido, pra durar bastante. Acho que essa reflexão super acompanha o Off, independente do preço da etiqueta.
    Além do mais, a inflação galopante e muito acima da média divulgada pelos órgãos de controle nesse país faz com que hoje em dia seja muito difícil a gente manter um limite de 100 reais em tudo quanto é compra. E já que o dinheiro não vale mais muita coisa, que o nosso raciocínio valha! 😉

    1. Verônica respondeu Simone Tressi

      Si, tirou as palavras da minha boca!!! bjsssss

  3. Marggah comentou:

    Lindo post, Ana. Lindo e inspirador. Parabéns pelo seu blog, que é excelente. Beijos

  4. Debora comentou:

    Ana, texto lindo!! Reflete absolutamente tudo de bom que esse blog representa!!
    Realmente o off de hoje é diferente do tempo em que a roupa era mais barata e que um tenis e cinco camisetas de malha eram um mega guarda roupa… hehehehe Mas isso não quer indicar que deixou de ser off.
    Quantos achados a gente vê você postando por aqui e quantas pechinchas em peças mega interessantes.
    Beijos

  5. Carla comentou:

    Oii, me identifiquei com o post,hoje invisto mais em qualidade como por exemplo calça jeans e sapato. Gosto de passear pelas fast fashion atrás de peças que sejam bacanas e com preço legal. Um exemplo, meus melhores casacos de frio comprei na Marisa e não ficam devendo…neste momento descobri o mundo brechó, compro peças com $$$$ bacana e dou uma repaginada!!!!!Vivendo e Aprendendo sempre…beijos

  6. Sâmia comentou:

    Oi Aninha, amei o texto. Desde que conheci o blog e leio diariamente, ele tem me ajudado muito nos meus critérios de compra. Hoje sou uma pessoa super mais controlada com meus gastos em roupas e afins. Com você tenho aprendido lições de como ter peças incríveis e realmente necessárias sem castigar tanto o meu bolso. Minhas compras estão sendo mais conscientes. Só tenho à te agradecer. Muito obrigada!!!!!!
    Bjus

  7. Marcella comentou:

    Aninha, isto ai: todos conseguimos nos vestir bem pensando sobre! Eu e minha mae fomos a Monte Siao e Serra Negra este final de semana e comprei umas coisas lindas que nem sao tao baratas se comparadas a SP mas que foram produzidas nas confecções locais e isto nao tem preço ne? 🙂
    Beijos

  8. Tagiane comentou:

    Ana, tua felicidade e evolução são evidentes para quem acompanha o blog. Eu ainda me rendo às compras baratinhas, mas sou feliz assim também! Sei que tenho um (longo) caminho a trilhar em busca do meu estilo e algum refinamento e saibas que teu blog tem me ajudado muito. Beijos, Tagi.

  9. comentou:

    Ana, muito bom o texto!
    Por isso gosto tanto do seu blog! Não é mais um blog incentivando o consumo desenfreado, com itens “must have” (termo que eu abomino) =/
    Acredito que com a idade tô entrando nessa fase, embora confesso que algumas vezes ainda me deixo levar pelo impulso.
    Meu pensamento nas compras, ultimamente, vem sendo: combina com o que eu já tenho? Eu já não tenho parecido? Vou conseguir usar quantas vezes? (isso não conta pra um casaco de paetês que comprei recentemente e realmente não sei o quanto vou usar hahaha)
    Modinha é uma coisa que não me atrai, a não ser, lógico, que eu tenha me apaixonado loucamente pela peça. Percebo que venho investindo mais em peças clássicas e acessórios.
    Desculpe o tamanho do comentario, mas super me identifico com essas coisas! 😉
    Beijos!

  10. Verônica Melo comentou:

    Ana, super entendo você! Quando eu era mais nova, também não tinha grana para comprar roupas legais. Comprava roupa pra ir á faculdade e ao meu 1º emprego numa feirinha na Ilha do Governador onde eu morava. As roupas legais que usava eram emprestadas da minha irmã mais velha. Quando ela casou e saí de casa, me senti nua! rs. Hoje que eu ganho um pouco melhor as vezes me dou o luxo de comprar coisas mais caras, mas tb respeitando meu limite. Há alguns meses sigo seu blog e comecei a pegar dicas com vc. Agora pesquiso bastante antes de comprar e consigo encontrar grandes achados principalmente nas lojas on line. Minha irmã que não tem a mesma paciência, sempre me pergunta onde eu consigo achar tanta coisa boa por preços bons… rs. Parabéns pelo blog! 🙂

  11. Renata Albrecht comentou:

    Ana, super entendo e vivo atualmente essa fase. Viajo algumas vezes por ano e no inicio pirava nas baratex Forever 21, etc. Hoje vejo que é mais do mesmo. Agora seleciono. Queria muito um trench coat bacana, comprei um agora da Calvin Klein na liqui de inverno. Queria uma bolsa bacana e por aí vai. A gente já tem o armário cheio e nem dá conta de usar o que tem, pra quê mais um blusinha?
    Outra coisa, estou investindo em um curso de costura. Pra quem tem tempo é muito legal, dá pra fazer coisas lindas com baixo custo e muitas vezes reformar ou customizar.

  12. . nossa eu poderia ter escrito essa postagem, de uma outra forma, mas com mesmo foco central, trabalhar nos amadurece mesmo e nos torna mais consciente de nossas escolhas, falei algo parecido em uma postagem semana passada no meu pequeno blog abordando sobre o fato de eu lavar minhas roupas nas mãos para durarem mais e me possibilitarem mais combinações com as aquisições atuais, no seguinte link:
    http://www.vitrineaugusta.com/2014/04/lavo-minhas-roupas-nas-maos-por-isso.html
    . foi uma das postagens mais lidas porque no fundo não queremos gastar horrores e sim aprender a comprar de forma consciente.
    . bj. fique com DEUS. leila diniz.

    1. Querida, lí o seu post, mas confesso que só lavo na mão as peças mais delicadas…kkkkkk

      bjsssss

  13. Cinthya comentou:

    Oi Ana. Super entendo o seu desabafo! Mas entendo também quem chegou meio de paraquedas aqui e procura looks lindos como os seus só com peças que custem sei lá, menos de 50 reais. A vida é dura e eu sei que não dá pra montar looks arrasadores com 20 dinheiros. E talvez, pra quem ainda não entendeu, acho que vale dar uma olhada nas lojas e ver que o preço das roupas/sapatos/acessórios não é mais o mesmo de 1/2/5 anos atrás. Tá tudo super caro. Vale perceber no que você está disposto a investir e quando digo investir, é onde me somo a você: não é uma compra, roupa, hoje em dia, é um investimento!

    beijos!

    1. Ana Carolina respondeu Cinthya

      Oi Cinthya! Eu nem quis dar tom de desabafo, mas explicar justamente algo que é rotineiro pra mim há 6 anos (!!) e quem chegou agora não sabe. As pessoas estão assustadas com tanto blog de rica que existe (e na época nem sequer existiam!) que os parâmetros ficaram loucos. Imagina, sentirem alívio ao entrar no meu blog, que é algo rotineiro à maioria da população! O parâmetro agora são as ricas, olha a doideira!

      Por isso achei legal desnudar e contar minha história, pra todo mundo entender um pouquinho mais do meu trabalho com o blog. 🙂 Beijocas!

      1. Lisane respondeu Ana Carolina

        Disse tudo. Eu não fico só assustada com tanta blog de rica, mas tenho a impressão que só existe blog de rica agora! Os que não eram passaram a ser. Mas fazer blog de rica e fácil. Roupa nova ” tem que ter” todo look do dia. Blog só off também e fácil: mil roupas baratex, que até nas fotos a gente vê as costuras tortas, e se questiona onde e como aquelas roupas foram fabricadas. Agora ser um blog off e ainda de compras conscientes, e dificílimo. Mas você faz e muito bem!

  14. Renata Gonçalves comentou:

    Parabéns Ana pela lucidez e objetividade do post…Amadurecer é isto, estar consciente das mudanças que acontecem em nossa vida e no mundo… #suafãforever ♥

  15. Juliana M comentou:

    É isso aí!e+alguns postes de pensamentos.Essa troca que rola por aqui é tudo de bom. Várias cabeças pensantes agindo é mara!Que numca paremós de evoluir afinal é uma das dadivas dadas há nós seres humanos. Durante 2is anos que acompanho blog aprendi bastante é pretendo absorver ainda+os bons frutos daqui do seu cantinho Ana.bJUS!

  16. Oi Ana, adorei o post. Parabéns!
    Seu blog é ótimo, como vc disse não é dessas riquinhas…
    O que eu gosto daqui é que vc mostra looks que as suas leitoras podem comprar e usar.
    Beijos

  17. Bruna comentou:

    Que bacana, Ana! eu estou no 8º mês do meu projeto de um ano sem compras e mudei muito a minha cabeça nesse sentido. Quando voltar a comprar, quero fazer uma análise bem criteriosa do meu guarda roupa. Aos poucos estou conseguindo ver o que fica bem em mim e o que não fica. Tenho 25 anos mas meu armário é de uma adolescente, só tenho camisetas. Quando vou sair fico num dilema, porque não tenho nenhuma blusa arrumadinha. Portanto, preciso me organizar melhor nesse quesito. Mas o que eu tenho aprendi muito mais nesses 8 meses sem compras é a usar melhor as minhas roupas! Amo ficar horas no pinterest vendo looks inspiradores, básicos e minimalistas (porque amo essa coisa clean) e quando penso que já usei uma determinada peça de todas as formas possiveis, acesso o site e vejo que ainda existem milhares de maneiras de usá-la. gosto muito do seu blog. Aqui que eu to aprendendo a fazer essa coisa de ver a costura/acabamento, o que vai me levar a comprar peças de melhor qualidade, classicas, embora pague um pouco mais caro por elas. Estou num momento de ver a qualidade e o beneficio que a peça vai me proporcionar.

    Agradeço por conhecer esse espaço que só agrega valor pra gente!

    beijos!

  18. Mariana comentou:

    OI ana…aos 28 tomei essa consciência. Mas um ponto importante foi que nasci e cresci em uma cidade grande. Onde eh possível achar coisas boa com preço justo e muita qualidade. Hj, morando no interior de São Paula (e ainda assim é São Paulo, hein…) sinto uma dificuldade enorme em comprar coisas com bom corte/acabamento e preço justo. Comprar roupa pela internet até funciona, se vc já conhece a marca, sabe que lhe cai bem, ou se já está muita atenta a seu corpo e sabe exatamente o que lhe agrada. Ainda assim erro. E tem o frete, a tabela de medidas inexata, a diferença da cor do produto real e na foto…Não é tão simples quanto deveria ser.Enfim, tudo isso é só pra dizer que essa tarefa de consumo consciente ainda é mais desgastante e ingrata para as mulheres do interior. No interior dificilmente há brechós de qualidade, feirinhas e prateleiras off.

    Beijos, obrigada pelo espaço

    1. Ana Carolina respondeu Mariana

      Ai, Mari ! Super imagino. 🙁 Uma coisa bacana é fazer bazar de troca entre as amigas, o que vc acha? Ou ver uma costureira para transformar aquela peça com potencial do brechó! 🙂

  19. Helena comentou:

    Belo Texto Ana!
    O blog tem me ajudado muito na busca por um consumo mais consciente.
    Estes dias estava na Renner, na dúvida se comprava ou não uma camisa jeans por R$ 9,90! Rs… Antigamente nem pensaria, compraria na hora! Lembrei das “regrinhas” da Ana e me vi pensando ser iria realmente usar, se combinava com o que eu tenho…

  20. Úrsula comentou:

    Ana, só te digo uma coisa, agora eu só ando bisoiando as seções OFF e Sale das lojas online de grifes (digamos assim). E dá pra achar coisas beeemm interessantes que cabem no bolso. E no Enjoei, então? Acabei de receber uma sandália Cris Barros nunca usada, que me custou 79 reais com o frete. Preço original: mais de 900 reais rsrsrss Você não imagina a maciez do couro! Eu fiquei com pena de tirar a etiqueta, ahahahha O segredo é garimpar! 😀

    1. Ana Carolina respondeu Úrsula

      precisooooo dos seus achadinhos, mulher! hahaha

    2. Tete respondeu Úrsula

      Úrsula, não sei de onde você é, mas aqui em São Paulo vez ou outra tem o bazar da Cris Barros. Fui no ano passado e comprei as coisas com super desconto. E era assim mesmo, sandália de 700,00 por 79,00, vestido de 800,00 por 99,00 e assim vai…..fico de olho em bazar porque a gente paga um preço ótimo em uma peça de boa qualidade!!

      1. Úrsula respondeu Tete

        Poxa Tete, sou de Salvador, então só posso contar com o Enjoei mesmo, rs… Nossa que inveja!
        Eu fiquei besta com a qualidade da sandália, e ela ainda é super diferente, amei mesmo! Vou fazer look com ela pra mandar pra Ana, rsrs

        Ana, não cheguei a comprar nada nos offs online que acompanho, mas pra você ter idéia, perdi uma saia J. Chermann de seda azul klein linda, tava por uns 80 e poucos. Claro, ainda tinha o frete, mas era seda. Quando meu cartão virou, a saia já tinha esgotado, sniff.

  21. Viviane Moreira comentou:

    Adorei teu texto e eu sou uma das que te acompanha desde o início e sei da tua jornada, que é muito parecida com a minha e de muitas, a não ser que eu entro em mais fases de grana curta que vc… hahaha 😛
    Realmente as coisas andam caras e nós temos que prestar atenção não só com o consumo com roupas, mas com tudo em geral, né? Nesse nosso país os preços altos estão em todo o lugar!
    Bjsss
    Vi

  22. Maravilhoso acompanhar a evolução do pensamento. Percebo claramente em mim também! Comprava mil achadinhos baratos, mas sempre faltava roupa. Hoje ainda me faltam uns itens mais básicos, clássicos que seguram o guarda roupa, mas, nada absurdo!Tenho certeza que você tem sua parcelinha de responsabilidade nas minhas compras mais conscientes! hehehe.. Parabéns e obrigada! =)

  23. Paula Carolina comentou:

    Te acompanho faz bastante tempo, não sei direito quanto mas mais de 4 anos eu tenho certeza!
    E acabei aprendendo muito com vocês e inclusive com os seus erros.
    Já escri muitas vezes aqui minha hitória de mãe solteira aos 16 anos e tal, e história toda em um sufoco!!
    Nunca tive grana para gastar com roupas super caras e etc, até pq tenho meu filho e outras prioridades e meu dinheiro nunca foi só meu!
    Hoje continuo super apertada pq comprei um apartamento na planta já tem quase 4 anos e me mudei tem +- 2 meses, estou sem alguns móveis ainda e etc… então roupa e sapato é bem oq eu preciso de urgente e necessário!!!
    Em um mês e meio completo 28 anos e essa coisa de mudança de estilo já está na minha cabeça, sou meio meninona e adolescente mas não dá só para ter camisetinhas de caveira e cardigãs kkk!!
    Comecei a pensar em peças para ir em treinamentos de trabalho que fiquem com a minha cara..e não aquela coisa de camisa social branca e calça preta! E estou começando a olhar melhor (pq tbm comprava 10 blusinhas de 10 reais) e ver o que realmente vai funcionar para as ocasiões que preciso e usar muito as peças em outras ocasiões.
    Te admiro muito, sou muito sua fã!! kkk
    E trabalho no Senac de Americana (sou bibliotecária) quase cai dura e dei pulinhos quando fiquei sabendo que você virá aqui!!!!
    Estou muito feliz!
    Você será muito bem vinda aqui =)

    Beijos

    1. Ana Carolina respondeu Paula Carolina

      Que alegria que a gente vai se verrr!!! 😀

  24. Camila Oliveira comentou:

    Eu adorei teu texto assim como tantos outros que você escreve, essa tag “pensamento do dia” sempre enche o meu coração de felicidade porque sei que vem coisa boa por ai.
    Não é atoa que o blog está em primeiro lugar na minha vida, agora na faculdade as meninas acham que faço moda,porque me visto bem, como já disse meu trabalho exige isso de mim e eu faço questão de estar bem vestida [é claro que não é todo dia que acordo inspirada, mas, fazemos o que dá] e, quando conto a elas que o blazer que eu estou usando é 2 reais, que a calça e a blusa são da liqui elas ficam de queixo caído, perguntando como consegui essas coisas nas mesmas lojas em que elas já estão acostumadas, é treino fiá.
    Ok, tem coisas que compro que depois para pra pensar que eu poderia ter juntado mais um pouco e comprado algo que eu realmente preciso, mas é como você disse é questão de aprendizado. A vida é um ensino!
    Percebo tua evolução e eu fico feliz por ela. Vejo que ser “off” não é apenas comprar aquilo que tá com uma etiqueta amarela/vermelha em cima e sim, ser consciente no seu comprar, adequar o novo com o que já tem no armário, dá valor a cada peça e ter um apego porque você sabe o quanto batalhou para tê-las ali no armário. Enfim, sei que você não mudou o foco principal do blog e é isso que importa. Tenho muito orgulho e amor por isso aqui. E quando me perguntam em quem me espelho digo que é na Ana, uma carioca arretada que faz compra consciente e nunca perde o glamour mesmo embaixo de críticas e comentários que lhe fizeram escrever esse post.

    Beijão! 😉

  25. Tatiana Gonzalez comentou:

    Ana, sua linda! Como faz bem pra gente quando te dá dessas de postar textos que dizem as coisas que a gente também sente! Ainda estou no processo: meu limite imaginário pra blusas gostaria de ficar em 19,90, hehehehe, mas não rola mais. Hoje só compro roupa que preciso ou que me apaixone, mas ainda me rendo as blusinhas de malha – eu chego lá, inpirada por ti, todas vamos chegar!

  26. Cintia comentou:

    Nos últimos meses as minhas compras têm sido cada vez mais escassas, porque somente agora (aos 3.7), percebi que comprava demais e poucas peças realmente valiam a pena.
    Resultado: armário lotado de roupas, mas com pouca qualidade e que não combinavam entre si.
    Ainda sou pão dura com relação a comprar peças de grife, mas pelo menos estou cada vez adepta da compra consciente e necessária.

    Beijocas,

  27. Natália comentou:

    Ana, hoje eu estou vestindo uma roupa que você sugeriu; blazer preto, aquela bata estampada étnica da farm e calça jeans escura e flare. Acho que isso traduz o carinho que eu tenho pelo blog, que acesso todos os dias – pensei em você logo pela manhã!
    Enfim, eu acho que estamos todas aí na luta, mulheres reais em busca de um freio para esses apelos loucos, que não são só para roupa, né? Mulher tem que estar sempre bem-vestida, maquiada, bonita, bem-humorada, dar conta de tudo, boa esposa, boa mãe, não surtar. É muita pressão!
    A mensagem que você passa com o blog é incrível: no meio desse monte de blog-pinterest (referências de gente rica inalcançável), tem alguém que é muito gente como a gente e faz pensar nessa ciranda do consumo, porque comprar menos e melhor não é só arejar o guarda-roupa, é um modo de se relacionar com o mundo, de como o nosso consumo impacta o planeta. E ter informação de moda e consumir melhor quer dizer saber usar todas as nossas ferramentas, dentro do nosso possível, para não cair em ciladas.
    Eu já falei aqui uma vez que me dei conta, um certo tempo atrás, que estava gastando no cartão de crédito o equivalente ao que eu gasto com as despesas de casa. Isso é tão absurdo, que eu passei a me policiar muito mais, e muito graças a você. Mais projetos e menos tralhas! Não dá pra compensar as ansiedades da vida com o cartão. E como diz a frase sensacional da Oficina de estilo, substitua consumo por auto-estima 🙂 ficou confuso e longo, hehehehe! beijos

    1. Ana Carolina respondeu Natália

      Ficou confuso não! Adorei o carinho, adorei os comentários. Linda!

  28. Ana Paula comentou:

    Concordo com tudo que você falou, perfeito, desde que… você não vista tam. 44/46 ou G. Em grifes, raramente se vê essa numeração. Se tem, é a primeira que acaba. Pra me vestir com qualidade nunca posso esperar o off. Na verdade tenho que correr e comprar a única peça que chega na numeração, com o preço cheio. Coleções da CEA, desisto. Se chega 44/46 é só 1 peça e ela voa (pelo menos onde eu moro – interior do Rio de Janeiro). Desanimador.

    1. Ana Paula, eu visto 48/50 e te digo que dá sim pra levar um consumo consciente. É o que mais tenho desenvolvido, por sinal. O lance é ficar de olho nas liquis das lojas plus size e aproveitar as boas peças que aparecem nas lojas de departamento. Imagino que no interior seja mais difícil, menos opções de lojas, mas mesmo assim não desanime. Tenta achar uma loja online com a qual você se identifique… Tira um dia do mês pra visitar a capital… Pensa numa solução, com certeza você consegue! Beijocas! =)

  29. Larissa comentou:

    Ana, muito legal seu texto. É muito bom ver que de vez em quando aparece alguém que tem um percurso que vai contra a correnteza! Acho que a gente vive em uma cultura do exagero, se você perceber não é só ter muita roupa, mas a melhor roupa, a mais cara. E isso se estende a outras coisas, é tudo muito over. Eu acho muito legal o conceito por trás do blog, pois é isso mesmo, é burlar o sistema, é driblar esse pensamento de que precisamos de tudo e somente assim seremos felizes. Os blog de moda atualmente banalizam o dinheiro, vendem uma realidade que não é alcançável. O legal do seu blog é justamente isso: constrói a percepção de que é possível consumir de forma sustentável.
    Ah, e muito incrível sua história de vida também…às vezes essas privações que a gente passa, principalmente pela falta de dinheiro, tornam o consumo ou o desejo de comprar determinada peça mais cara um fardo, então é ótimo ver como é possível dar seu próprio valor ao dinheiro. Parabéns!

  30. Gabi comentou:

    eu adorei e adotei esse texto!
    desde janeiro estou fazendo estagio do mestrado e para isso, usar jeans e camiseta nao daria … estagiaria ganhando bolsa de estudos = pobreta!
    E dai, redescobri os brechos, que maravilha!
    Aqui nao ha muita loja *off*, mas o que acho de coisa boa nos brechos, é incrivel!

    Consumo consciente!
    Com 100 dolares eu consigo umas 5 otimas peças e de boa qualidade. Numa loja *normalzinha*, com 100 dolares compra-se 1 ou 2 peças, max!

  31. Christiane comentou:

    Ah, Ana o seu blog é um sopro de vida! Adorei seu texto. Te acompanho há pelo menos uns 4 anos e percebi sua evolução sim, mas vejo que continua fiel à ideia original. De fato tudo anda mais caro mesmo, mas a gente ainda quer manter aqueles mesmos limites de gastos do passado. Lembro que sempre estabeleci limite para coisas como vc falou e para sapato por exemplo, meu limite era 100,00 estourando, mas hj em dia se acho um sapato bom de 100 pilas acho que tá super barato, tá tudo inflacionado mesmo. O mais importante é que a ideia de consumo consciente prevaleça. Eu confesso que até já evoluí em comprar peças que não vou me arrepender e de qualidade melhor, mas ainda preciso comprar menos, mas aos poucos a gente consegue. bjs mil

  32. Mônica comentou:

    Aninha rules!! Ana, faço minhas as suas palavras. Consumo conscienta não pode e não deve ser confundido com comprar barato. Nem tudo que é barato vale a pena. Bjuuu.

  33. Roberta comentou:

    Oi Ana… cada dia mais me identifico com seu blog, adorei o post e me vi em muitas passagens dele. Também aprendi a me virar com pouca grana, principalmente na época da faculdade, rs… Com isso me arrisco até na maquina de costura, fazendo algumas peças mais simples, customizando algumas outras, e pq não ajeitando a roupa que a irmã não quer mais e “doa”, rsrs… Tenho muito orgulho de dizer que no meu guarda roupa se encontra peças com mais de 10 anos de uso, motivo pelo qual dou preferência aos clássicos. Ao ver a foto da jaqueta me lembrei da minha, escura, corte clássico, comprada há uns 6 anos, e que quase perdi em SP qdo fazia um curso de pós e a esqueci na van que fazia o translado hotel/curso. A jaqueta viajou naquele fim de semana, rs… mas consegui reaver ela 1 mês depois, qdo eu voltaria para a px aula, e o dono da van deixou ela guardada pra mim… foi muito amor qdo eu a vi novamente…
    Parabéns pelo seu trabalho… tem me ensinado muito, muito obrigada, bjsss

  34. Marla comentou:

    Oi, Ana!

    Parabéns pelo texto. Assim como vc tenho 35 anos e há um tempo percebo as mudanças. Não dá mais pra “pagar de cocotinha” por aí.. kkkk. Isso não quer dizer q vou me vestir como uma vovó, mas tenho que ter prudência e respeito pela minha história e pelo que já vivi (e ralei pra conquistar) e ir construindo meu estilo com essa (rica)experiência de vida. Esses dias a mãe de uma amiga minha, que não me via há muto tempo, quase caiu de costas qdo me encontrou… aí, minha amiga lembrou do tempo em que eu usava umas roupas feitas daquele tecido tipo “pano de prato” e um jeans manchado de roxo! simplesmente, não saíam do meu corpo! kkk! Ri muito e reconheço que o tempo só me fez bem! 🙂
    Realmente, não combina mais comigo andar de blusinha de malha ruim, cheia de bolinhas. kkkk! Tenho selecionado melhor as peças e quero olhar pro meu g-roupa nos próximos 10 anos e ver que as peças continuam lá. Porque são boas, porque dizem muito sobre mim, porque foram compradas com consciência. Assim, essas peças serão baratíssimas, por tanto uso. Amo o blog cada dia mais.
    Beijos,
    MARLA.

  35. Emanuella comentou:

    Amo seu blog e textos como esse me estimulam a acompanhar vc diariamente. Tenho aprendido muito mesmo. Muito Obrigada. Beijos

  36. Maura Botinha de Melo comentou:

    Ana, você, como sempre, nos presenteando com uma lufada de delicadeza, com esse texto inspirador, com muitas dicas preciosas em suas entrelinhas!!! Não atoa, te amamos… simples assim!!! Obrigada pela SORTE de ter você iluminando os nossos caminhos TODOS OS DIAS! bjs carinhosos

  37. Édina comentou:

    Parabéns pela ótima postagem e excelente abordagem do tema Ana. Hoje, eu também com 35 anos percebo toda a mudança ao longo da minha vida e minha relação com a moda, e penso o mesmo que você.Sou sua fã e do blog também, e seus textos, dicas e informações são valiosíssimos para todas as idades. De uns dois anos pra cá percebi a importância do consumo consciente, e da necessidade de realmente consumir coisas que irão durar mais e valer mais a pena em meu guarda-roupa, e pra isso foi fundamental entender o poder das peças coringas, a diferença entre tecidos e enfim combinar e adequar tudo isso ao meu estilo e ao que eu realmente sou!
    Ótimo feriado pra você.
    Beijocas

  38. Marina Morena comentou:

    Ana,voce traduz tudo que uma brasileira trabalhadora e amante da moda quer ser e fazer. Comprar conscientemente leva tempo , é necessário amadurecimento. Mas quando isso acontece ,a frase , ”NÃO TENHO NADA PRA VESTIR” sai do vocabulário . E isso é quase um nirvana,rs. Pra variar, um post reflexivo e maravilhoso. De longe você é a blogueira que é mais condizente com meu estilo de vida. Parabéns e escreva mais textos,AMAMOS eles também.

  39. Isa comentou:

    Fantástico! Mais ou menos reflete a jornada que passei, sendo leitora há tantos anos do blog. De camisetinhas de malha a blusas arrumadas pra trabalhar, fui aprendendo a selecionar. É por essas e outras que não tem como não amar esse blog!

  40. Juliana comentou:

    Oi Ana, acho que é a primeira vez que comento aqui, mas só queria elogiar teu texto. Adorei! Adoro esses post de reflexão, rs. A cada post seu me identifico mais e mais com sua proposta aqui. Um sopro de ar fresco em meio a tantos blogs “vazios” que vemos por aí. Parabéns!

    Bjs!

  41. Lia comentou:

    Que texto maravilhoso!
    Admiro você por ser uma pessoa real, pé no chão e batalhadora. Nada caiu de mão beijada e você sabe o valor do que tem e te faz feliz. O que mais tem por aí é blog de gente afetada, bitolada ou rica. Acredito inclusive que muitas que pagam de ricas são na verdade bem endividadas pra acompanhar todas as modinhas hein… E tem tanto conteúdo ruim pq só seguem as tendências, todas, sem nem questionar se é interessante, bonito, etc. Esse tipo não me representa, rs.
    Me identifico muito com o conteúdo e posicionamento que você transmite. É por isso que venho te visitar sempre! Um beijo.

  42. Bia comentou:

    Quando eu crescer eu quero ser que nem você, Ana! Acho que tô no caminho, viu? 😉 Tenho pensado melhor nas minhas escolhas, e ando descobrindo meu armário. Eu sempre achei que tinha poucas saias, por exemplo, e de repente vi que tenho mais saias que blusas. Hora de investir em boas partes de cima. E com foco pra não fazer exatamente o que você falou, comprar várias vagabundinhas que não se encaixam nas minhas necessidades. Também ando descobrindo o que me deixa confortável, que imagem eu quero passar, o que é mais prático pro meu dia a dia. E ó, nesse processo você e as meninas do oficina de estilo mudaram a minha vida. Sério mesmo! Consumo inteligente é a palavra de ordem por aqui! 🙂

  43. Mariana comentou:

    Ana, seu blog é realmente um diferencial no meio de tantos outros. Seu estilo é único, e vc passa a “sua mensagem” mto bem. A idéia do consumo consciente tinha de ser agregada por todos nós, não só no que se refere a roupas mas em todo o resto. Recebo seus posts através do meu e-mail, invejo (no bom sentido) seus looks, e eles têm servido de inspiração para mim. Sou mto básica, mas aos poucos estou aprendendo a ousar (a idéia da barra da calça viradinha eu já incorporei).
    É incrível como vc transforma uma peça de roupa pouco usável em algo descolado, que permite mil e uma combinações.
    É isso aí. Continue sempre conosco com seu sorriso lindo e iluminado.
    Bjs

  44. Carol comentou:

    Só comentando pra dizer que Tamy (de repente Tamy) e vc Ana são minhas ídolas e inspirações a cada vez que compro qualquer coisa. E mais, são as poucas blogueiras que postam looks totalmente usáveis e “pagáveis” pra nós, mulheres que não se vestem com presentes recebidos de grifes caríssimas, mas que trabalham duro pra pagar pelas coisas que possuem e que podem SIM se dar ao “luxo” de comprar alguma peça de valor mais alto pq desejam e não pq alguém disse que é “must have”. Eu aaaamo teu blog,te acho Divíssima e admiro muito essa capacidade de estar sempre bem vestida e saber usar uma peça de grife junto com uma de fast fashion! Bjão! E não ligue pra críticas bobas..haha

    1. Ana Carolina respondeu Carol

      Hahahah! Que fofa Carol! Amo a Tamy, ela me inspira demais 🙂

  45. Monica comentou:

    Ana adooooooro seu blog!!! Antes de acompanha-lo sempre achei q moda era coisa de gente metida a besta e futil, que nao tinha mais o q fazer… Até q me deparei com seus textos e pronto: amor à primeira vista rsssss. Resultado: passei a me preocupar mais com o look, customizar roupas, fazer vestido de saia e saia longa de tomara q caia… Enfim, passei a me divertir com isso, mantendo o padrão off de ser… E tenho q confessar q com muuuuuuito treino, ja consigo comprar menos e melhor, fugindo das “pegadinhas”.
    Muito obrigada, te devo muito! Um dia desses te mando a foto com um look cusyomizado rsss
    Bjao

    1. Ana Carolina respondeu Monica

      ah! que alegria, Monica 🙂 Beijão!

  46. como fazer reeducaçao alimentar sozinha comentou:

    Realmente vc tem razão, comprar menos e o que precisa, fora que a qualidade das peças fazem elas durarem anos e anos e aí é só saber fazer as composições dos looks. Adorei