Viajando para Portugal com mala de bordo – os looks!

Sumi daqui porque estive na minha viagem para Portugal! Passei dez dias na Terrinha, sendo seis dias em Lisboa e mais quatro no Porto. A mala rendeu algumas polêmicas no instagram, muitas leitoras dizendo que eu sentiria frio, que deveria levar um casaco de frio mais robusto, e eu confesso que relutei até o último dia. Decidi não levar, apostando mais em camadas e no meu casaco para meia estação.

Um questionamento que uma leitora levantou e chamou minha atenção foi sobre eu “perder” a oportunidade de montar looks incríveis no inverno. Ela associou mala pequena a looks mais simples, o que eu não vejo problema algum – cada um tem a sua prioridade! –, mas eu acredito que pude provar que conseguimos muita coisa legal mesmo na limitação, por isso, viva a criatividade! Levei algumas peças chave que eu adoro, além de acessórios para incrementar, e pronto!

E, gente, o que seria exatamente um look incrível, se não aquele que nos sentimos bem? E incrível mesmo é aproveitar os momentos, vocês não acham? Looks de Pinterest não são garantia de uma viagem feliz.

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Voltando ao tema principal desta postagem, eu sei que é sempre tenso não saber ao certo o clima e as situações que te aguardam numa viagem, por isso muita gente têm medo de malas mais reduzidas. “E se chover e molhar sua roupa?” “E se cair vinho na sua calça?” “Mas você vai conseguir usar roupa suja?” Muitos questionamentos e nada melhor que a vivência para atestar se a mala deu certo ou não, pelo menos para esta viagem – por isso, essas sugestões não são um guia exato do que você deve levar para Portugal nessa época do ano, mas de entender como não precisamos mesmo levar muito conosco, seja no frio, seja no calor.

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A MALA

O modelo de mala que usei é ultra light, da Roncatto, que é muito leve mesmo, além de ter rodinhas 360 graus. Ela é o tamanho padrão permitido para carregar a bordo, e o peso máximo não pode ultrapassar os 10kg. Além dela, levei uma mochila com o material para o workshop de cores.

Foi um incrível exercício de desapego, pois foi a primeira viagem que abri mão de comprar várias coisinhas. Como o consumo e o excesso são normatizados, não é mesmo? Acabou que meu voo teve escala, com um voo interno, e liberaram para despacharmos nossas malas gratuitamente. Deu uma dorzinha pensar nas coisas que eu poderia ter trazido (vinhos, azeites, comida), mas, sei lá, as experiências ficaram lá e é isso. Não se pode ter tudo, é clichê, mas é real.

Montei tudo com um mês de antecedência e, mais perto da data, minhas amigas que moram lá avisaram das condições meterológicas. Revisei a mala com 4 dias de antecedência, experimentei as roupas e já deixei as possibilidades de looks pré-escolhidas.

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Todas as roupas que foram comigo na minha mala de mão

O que eu levei: minhas estratégias

Preciso alertar que esse post também não é a repetição de outros que dão dicas para montar malas reduzidas, ele descreve a minha experiência sendo minimalista em viagens, inclusive na regra de ouro de todo mundo, como acessórios: eu levei só um colar, por exemplo! Então eu vou contar aqui como essa mala não só super funcionou, como ainda acho que eu poderia ter levado menos itens!

Minha estratégia foi apostar ao máximo em alfaiataria e peças de lã, ou com texturas. Não tenho muitos itens de frio, visto que moro no RJ, e não invisto tanto nessas peças.

O que eu levei:

9 partes de cima – sete blusas, sendo duas sem manga, e dois casacos

4 partes de baixo – uma legging preta térmica, uma calça preta, uma túnica/vestido e uma pantalona leve azul clara

O que eu comprei lá?

Passei em alguns brechós e aproveitei as liquidações para arrematar essas belezinhas, que se somaram aos looks da mala:

– uma parka verde de seda

– um vestido verde estampado de tricô

– uma boina azul

– um óculos espelhado

Refazendo a lista: o que eu levei a mais

Pegamos a transição do inverno para a primavera, e mesmo sabendo que o país não costuma ter um frio tão rigoroso, levei algumas roupas de frio a mais por precaução.

Decidi colocar na mala duas blusas sem manga e uma calça mais leve – muita gente afirmou que não teriam utilidade, mas adivinhem? Usei MUITO nos dias de calor que fizeram no Porto! Lição pra vida, eu posso estar a caminho da Sibéria, mas pelo menos uma camisetinha eu carrego na mala, além de biquini ou maiô (vai que dá praia, cariocas entenderão, hahaha)!

Mas, avaliando melhor, levei uns itens a mais. Com a versatilidade das peças escolhidas e a ausência de sudorese por conta do clima, minha mala serviria até pro dobro de tempo.

LISTA DO QUE USEI MAIS DA MALA DE BORDO, SEM DESPACHAR:

– um casaco comprido grosso de lã cinza escuro (usei quase todos os dias e combinou com tudo!)

– duas blusas de lã quentes de manga comprida em tons de azul (usei muito a estampada, a outra só um dia)

– uma calça preta sequinha (usei muito)

uma calça roxa de veludo cotelê mais soltinha  decidi levar uma pantalona azul de tecido leve no lugar e foi a melhor escolha! Usei muito!

– duas camisetas para usar por baixo das blusas (levei só uma)

– uma blusa mais ou menos quente de mangas compridas verde escura (usei, mas me arrependi, ela não era prática pra sobreposições)

– uma capa de chuva corta vento em estampa p&b (usei dois dias)

– uma echarpe estilo cobertor muito quentinha p&B (usei muito)

– uma gola de tricô azul (perdi no segundo dia)

– um gorro (usei dois dias)

– segunda pele térmica, blusa e calça (usei muito)

– um vestido estilo túnica, de lã, para usar com a seguda pele, preto (usei muito)

– uma blusa preta de gola rolê e cobertura das mangas até as mãos, preta (usei médio)

– 3 meias de lã e uma meia calça quente comprada em Praga, cinza (usei muito tudo)

– calcinhas (não estou levando pijama)

– um par de luvas (não usei)

– um tênis branco e uma bota leve preta linha confort (usei muito ambos)

– dois brincos pequenos/médios coloridos

– um colar maior (usei muito)

Fiquei relutante se foi uma boa escolha levar a capa de chuva, mas foi bom para garantir caso estivesse chovendo muito, o casaco de lã ficaria ensopado e pesado. Algumas blusas eu usei apenas uma vez, o que considero pouco versátil para uma mala com espaço limitado.

Cheguei a questionar também os dois pares de sapato, mas lembraram bem da importância, em viagens mais longas que um final de semana, de alternância entre os solados, para garantir a saúde dos pés.

Paleta de cores da mala

Eu selecionei cores mais sóbrias, porque como tenho pouca variedade de roupa de frio mais intenso, não arrisquei inventar muito, hehe. De tons neutros foi o cinza e o preto. Escolhi o azul como cor principal. Os pontos luminosos ficaram por conta dos acessórios.

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Os looks!

Vamos conferir os looks que a mala rendeu!

Dia 1

Foi quando chegamos, perto do almoço. Eu estava morta de sono, dormi mal no voo, então fui de look fácil: blusa preta de gola rolê (essa peça tem uma funcionalidade bacana, um buraquinho pra inserir os polegares e cobrir mais as mãos!) + calça preta com elastano (importante pro conforto e camadas!) + colarzão + casaco cinza + tênis branco. Foi um look que eu gostei muito!

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Dia 2

Consegui descansar e me animei em ficar mais colorida: blusa verde + blusa azul estampada quentinha com uma gola que protegia o pescoço + calça pantalona azul clara (com meia calça por baixo) + casacão cinza por cima + tênis.

O bom desse look foi a combinação de tons, além da possibilidade de tirar as camadas, caso esquentasse!

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DIA 3

Dia do meu workshop, usei o vestido verde de tricô que arrematei no brechó por 11 euros + colar + meia calça cinza + tênis. Eu AMEI esse look colorido!

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Fotos de Maite Vasconcelos.

Dia 4

Nesse dia choveu e fez muito, mas muito frio! Então eu estava com um look, saímos, e voltei para trocar, colocando mais camadas quentinhas. Eu estava de túnica com meia calça + casaco corta vento e chuva + calça por cima + bota.

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Voltei para mudar a túnica por blusas e colocar mais camadas. Blusa preta de gola rolê por baixo de blusa quente estampada de lã + segunda pele. Casaco corta vento com calça preta, meia calça quente, meia de lã e bota.

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Dia 5

Eu AMEI o look desse dia! Blusa azul de lã + pantalona azul acinzentada + casaco cinza + colar + tênis. Gostei tanto que quero repetir esse look mais vezes, na vida!

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Foi dia de fotos por Lisboa, e, para minha alegria ficar completa, a Maitê chegou com esse casaco peludo Monstros SA maravilhoso! Não resisti e pedi emprestado pro ensaio, hahaha!

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Foto de Maite Vasconcelos.

Dia 6

Acordei cansada de tanto subir escada e ladeira. Fui de blusa verde + casaco corta vento + calça preta + meia de paetês + bota + colar.

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DIA 7

Meu aniversário 🙂 e outro look que eu AMEI! Como me senti gata poderosa para a chegada dos meus 40 anos! Fui de túnica quentinha + calça preta + casaco cinza + meia de paetês + tênis – preferia a bota, mas como andaríamos bastante e pegaríamos o trem pro Porto, fui com o sapato mais pesado da mala nos pés.

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Durante o dia esquentou e eu só cobri os ombros com minha manta de estrelinhas, que foi minha companheira diária dessas produções.

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DIA 8

Já no Porto, morta com farofa, hahaha! Repeti a mesma produção porque era dia de fotos.

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Fotos da querida Renata Junot.

DIA 9

Com as temperaturas subindo, usei uma das blusas sem manga que levei! Para garantir que eu não fosse pega de surpresa com friaca, usei a parka de seda que comprei no brechó + touca azul de brechó + calça preta + bota. Trocaria a bota pelo tênis.

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DIA 10

Último dia, ensolarado, fui com minha camiseta + pantalona fresquinha + sobreposição com a blusa quente azul estampada (vai que esfria?) + colar + touca + tênis. Foi meu look mais básico, mas que me permitiu sentar no chão, na grama, aproveitar.

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Ainda renderia de coordenações:

– Blusa preta de gola + calça pantalona + casaco cinza
– Blusa colorida de listras + calça pantalona
– Blusa azul de manga comprida + calça preta + parka verde
– Blusa azul de manga comprida + calça preta + casaco cinza
– vestido verde + calça pantalona + casaco cinza

Não enjoei de nenhum look, até porque os que eu mais gostei eu repeti sem dó! Fiquei feliz com a mala, porque montei looks muito confortáveis, práticos e ainda me senti linda. 🙂

ROUPA SUJAS?

Muita gente veio perguntar como eu estava fazendo com as roupas usadas que eu repetia. Não suei – estávamos no inverno! – e, portanto, nenhum cheirinho desagradável foi produzido. Mesmo que eu tivesse sujado alguma roupa, tem muito serviço de lavanderia pela cidade ou aquela lavada básica debaixo do suvaco!

O que eu recomendo levar a mais são as meias, porque essas sim sofrem, e um talco antisséptico para os pés. Aliás, falarei delas a seguir.

Acessórios e meias

Levei só um colarzão, que coordenou com todos os looks, e foi a melhor decisão! Sempre dizem que é legal variar os acessórios para mudar a cara das roupas, mas nesse caso eu fico com medo de levar muita coisa e esquecer por aí. Esse bichinho resolveu também a minha vida por lá, e é da marca Luzia Dias 111.

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Eu só tinha usado essas meias de paetês da Joulik uma vez aqui no Brasil, então se tinha um momento para elas brilharem (tudum-tsssss), era na Zoropa! Como a calça preta era curta, elas apareciam e deixavam o look pretinho total mais interessante. Alguns paetês caíram, mas pelo menos ela foi muito curinga, hahaha!

Levem meias coloridas e estampadas, se não, comprem por lá, é barato. São soluções incríveis para trazer aqueles detalhes bacanas aos looks.

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Ufa, acho que é isso! Foi um SUPER aprendizado e a certeza que não quero mais outra vida que não seja montar malas minimalistas. Desfazê-la foi super rápido também, fora a tranquilidade de não despachar nada nem carregar peso pelos lugares, muito menos levar horas tentando fazer a mala fechar para o retorno.

Como ainda assim eu trouxe algumas cerâmicas e mimos, a vontade de ter uma mala mais reduzida ainda garante que eu não me preocupe tanto com o espaço numa próxima vez.

Acredito que inclusive para uma viagem de calor eu leve a mesma quantidade de roupas – com a vantagem de poder lavá-las no destino (seja na lavanderia, seja no Airbnb) e sabendo que secarão muito mais rápido. Aliás, roupas leves ocupam beeeeeeem menos espaço que as de inverno.

E vocês, gostaram de acompanhar esse desafio? Que outras sugestões vocês dão? Espero ter ajudado todo mundo a se inspirar!

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Podcast Moda Pé no Chão: Empreendedorismo feminino, com Carol Burgo

Convidei a empresária e publicitária Carol Burgo, que toca com maestria a sua Loja Prosa, marca de roupas feminina com estampas autorais que preza pelo slow fashion, além de trabalhar em projetos para agências, para bater um papo comigo sobre empreendedorismo feminino. Spoiler: não é moleza, não! Escute aqui!

Nesse episódio você ouvirá duas mulheres falando abertamente de negócios, de carreira e projetos, mas principalmente alternativas de vida mais justas para nós mesmas. Como é ser mulher e estar à frente de um negócio que envolve clientes, fornecedores, investimentos, criatividade e muitas barreiras sociais para que continuemos crescendo e ocupando mais espaços de destaque?

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Para quem não sabe, podcasts são conteúdos em audio, transmitidos pela internet através de apps. Aqui no Brasil ainda estamos nos iniciando nessa forma de comunicar conteúdo, que têm várias categorias, de humor a notícias. O meu é um dos poucos sobre moda, já que é uma mídia mais difícil de passar um tipo de informação que se apoia muito em imagens.

Dá pra ouvir na academia, enquanto amamenta, lava a louca, a caminho do trabalho, durante uma viagem. Pausar, ouvir mais tarde, re-ouvir algum trecho. 🙂

Moda pé no chão trará periodicamente temas práticos para quem quer ser feliz com o que tem sem gastar muito, com convidados para discutirmos assuntos pertinentes sobre consumo consciente para todos os tamanhos, bolsos e idades. Para quem quer vestir-se de si mesma sem complicação, com ideias simples, dicas certeiras, críticas e opiniões sempre muito sinceras.

O episódio já está disponível nos aplicativos de podcast pra IOS e Android, como Spotify, Soundcloud, Itunes, Castbox, Overcast, We Cast e muito mais.

Aqui já tem o link direto para ouvir todos os episódios e baixar!

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Saias coloridas para looks de trabalho

Eu tenho vários livros de moda e estilo aqui em casa. Em muitos eu li que saia reta preta era uma peça tem que ter para toda mulher. Durante um bom tempo eu reproduzi tal qual estava na cartilha, e achava o máximo como essas publicações traziam um manual perfeito para adequarmos nosso estilo.

Quando comecei meu primeiro curso pra me tornar consultora de estilo, eu comprei a tal saia lápis preta. Acreditava que precisaria dela para atender no meio corporativo. Eu tinha saias divertidas no armário, com camadas, bordados e assimetrias, mas achava que precisaria de uma peça mais sóbria para me adequar às necessidades do mercado.

Resultado: usei a tal saia pouquíssimas vezes. Além de não curtir as demandas exigidas pelas empresas para a minha atuação, eu não tinha que limitar meu estilo com receio de não passar credibilidade. Se eu gosto de estampas, muitas cores e de despojamento, porque não usar isso a meu favor? Pra que uniformizar o meu vestir e descaracterizar tudo aquilo que eu prezo para outras mulheres, as suas diversidades e suas formas de se expressarem pro mundo?

Desconsiderei a literatura que macaqueia regras de massificação feminina e criei as minhas próprias. Sendo eu mesma sempre, autêntica, meu discurso se fortalece. Meu trabalho também. E o de outras mulheres. Que corrente poderosa, não é?

Essas são as minhas saias de trabalho! Nenhum look deixou de passar uma imagem de profissional alinhada ao meu discurso. Eu não preciso da saia preta reta. 🙂

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Blusa Maria Filó
Saia Enjoy
Scarpin Arezzo
(tudo na liqui!)
Bolsa Catarina Mina

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Blusa Jardin
Saia Wymann
Sapato Espaço Fashion
Colar Carol Burgo para Flow Acessórios

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Blusa Maria Filó
Saia Karamello
Scarpin Arezzo

Fotos: Denise Ricardo

Durante muito tempo, mas muito mesmo, acreditamos que existia um certo e errado, que para sermos respeitáveis e para não ficarmos perdidas demais, esses livros nos ajudavam. Afinal, muitas opções, ou então a cartilha do emprego novo trazia muitas dessas regras. Um conselho: não é a roupa que faz o profissional. Claro que existe a mensagem que passamos, e é legal estarmos alinhadas a ela, mas ninguém tem que usar salto alto se não gosta, nem fazer as unhas toda a semana ou só usar preto, branco e cinza nas roupas para endossar seu currículo. Somos indivíduos e acreditar nas potencialidades de cada uma extrapola uma imagem ditada por regras antigas que docilizavam mulheres. Converse com suas colegas, amigas e até proponha mudanças no departamento que você trabalha. Acho possível, de verdade.

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Curso Cores para Profissionais

Ano passado rolou a primeira turma com lotação máxima do curso de Cores para Profissionais, com a missão de ensinar consultoras, aspirantes a profissão e profissionais de áreas afins a teoria e prática da análise cromática!

ATENÇÃO: Este curso é diferente do Workshop Conheça suas Cores. O CSC é mais curto, voltado para público final, quem quer descobrir a sua cartela e entender mais sobre coordenar cores. O Cores para Profissionais é mais longo, e visa o aperfeiçoamento e treinamento de profissionais que queiram trabalhar com análise cromática para aplicar em clientes. Em ambos se sai das análises com o diagnóstico da sua cartela.

Vamos começar por São Paulo, com data prevista para dias 27 e 28 de abril, depois Rio de Janeiro, para o final de semana seguinte, dias 4 e 5 de maio.

Após atingir a marca de análises cromáticas em mais de 550 pessoas, desenvolvi um método fácil, prático e sem mistérios para identificar as cartelas de cores no momento da análise. Também mostro os planos B caso a análise esteja mais difícil, além do traquejo com os clientes durante o atendimento. Ou seja, eu entrego todos os caminhos para geral entender de primeira as técnicas!

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O curso também é para usufruir de um conhecimento mais aprofundado do assunto, com teoria para dar o embasamento necessário, além de muita prática: eu faço as análises para depois a turma toda praticar, sob a minha supervisão.

O curso Cores para Profissionais se estende a profissionais de moda, consultoria de imagem, cabeleireiros, maquiadores, fotógrafos e quem não for dessas áreas, mas tiver interesse em aprender sobre o método de análise cromática sazonal expandida, teoria e, principalmente, parte prática, com todos os pulos do gato!

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CONTEÚDO

  • Teoria das cores: cores primárias, secundárias e terciárias; temperatura, matiz, intensidade, profundidade e saturação
  • Estudos sobre cores: escolas e pesquisadores
  • Cores quentes e frias
  • O conceito das estações e as características físicas mais comuns dos grupos
  • Quais são os materiais necessários para análise (tecidos de temperatura, tecidos para dimensão de cores, harmonias, contrastes, subtom de pele e iluminação), além de indicação dos melhores fornecedores
  • O que é contraste pessoal e para que serve
  • Tons de pele e subtons de pele
  • Temperatura: as características das harmonias quente e fria.
  • O que é a pele neutra e a pele oliva e como identificá-las
  • Entendendo sobre dimensões: intensidade e profundidade
  • Condições para análise: luz natural x luz artificial
  • Análises em homens e mulheres: existe diferença?
  • As cores neutras coloridas
  • O mito do pretinho básico
  • Estudos da proporção e variação da mesma cor no comparativo com outras cores
  • Parte prática do teste em grupo
  • Etapas da análise de cores e os pulos do gato (todo mundo sai do curso sabendo sua cartela!)
  • Como aplicar as cartelas de cores em maquiagem e coloração de cabelo, além de indicativo importante para o estilo pessoal
  • Coordenações cromáticas harmônicas a partir do círculo cromático, proporções e mistura de estampas
  • Os efeitos das cores e as suas mensagens
  • Como usar a cartela na prática: guia para compras, montagem de looks e de um guarda roupa conciso e coordenável
  • Ideias para aplicar a análise cromática em serviços, precificação e como apresentá-las aos clientes

MATERIAL

  • O material (tecidos e cartelas) não é vendido no curso, sendo os links e contatos fornecidos após o término. Nos dias levarei os materiais para testarem, além das cartelas de cores para a parte prática.
  • Apostila em PDF fornecida no curso
  • Certificado de conclusão

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QUANDO, COMO E ONDE?

São Paulo/SP

Acesse aqui para se inscrever!

27 e 28 de abril de 2019 (sábado e domingo)
9h às 17h30, com intervalo pro almoço
Lapa – São Paulo/SP

Carga horária: 15 horas no total
Máximo de 12 alunos

Investimento e formas de pagamento
Investimento: R$1.600,00
Parcelamento em até 6x pelo Pagseguro (incidem juros)
Desconto à vista, por depósito ou transferência bancária = R$1.440,00

(Em caso de desistência até 8 dias antes do curso, o valor total será reembolsado. Após 8 dias, o valor não será reembolsado, podendo ser usado de crédito para o próximo curso)

Rio de Janeiro/RJ

TURMA LOTADA!

04 e 05 de maio de 2019 (sábado e domingo)
9h às 17h30, com intervalo pro almoço
Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ

Carga horária: 15 horas no total
Máximo de 12 alunos

Investimento e formas de pagamento
Investimento: R$1.450,00
Parcelamento em até 6x pelo Pagseguro (incidem juros)
10% de desconto à vista, por depósito ou transferência bancária = R$1.305,00

(Em caso de desistência até 8 dias antes do curso, o valor total será reembolsado. Após 8 dias, o valor não será reembolsado, podendo ser usado de crédito para o próximo curso)

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SOBRE ANA SOARES

Designer gráfico de formação com MBA em Marketing Empresarial pela Universidade Federal Fluminense, trabalhou na área por 15 anos, atuando nos principais escritórios do Rio de Janeiro, principalmente com acompanhamento gráfico, tratamento de imagens e publicações.

Abraçou tanto a ideia de moda para todos que se especializou em Consultoria de Imagem e Estilo pelo Senac RJ e pela Oficina de Estilo; aprofundou-se em Facetelling® pelo método Persoona, da consultora de estilo Cris Alves; estudou Teoria das Cores no Universo da Cor, da pesquisadora Lilian Ried Miller Barros e Coloração Pessoal com a profissional referência na área, Luciana Ulrich, do Studio Immagine; foi docente do curso de formação em Consultoria de Imagem e Estilo no Senac RJ; criou o workshop sucesso de público, Conheça suas Cores, para consumidor final, que já chegou em 11 cidades, no Brasil e em Portugal, com mais de 600 participantes no total, em que as alunas passam por uma análise cromática em grupo e compreendem de um jeito fácil e divertido o uso das cores; está escrevendo um livro pela Globo Livros.

INSCRIÇÕES

Inscrições parcelando aqui

Quem quiser se inscrever por depósito ou transferência, basta pedir os dados bancários por email: [email protected] Por favor, só peça os dados se tiver certeza da sua inscrição

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